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Como se vê tem destaque de capa no Público, mas a notícia está a passar despercebida: o Estado, depois de já ter enterrado 4 mil milhões de euros no Novo Banco, e de se prontificar para o que mais for preciso, deixou para os americanos da Lone Star uma colecção de arte e antiguidades avaliada em 50 milhões de euros.
Assim como quem deixa uma gorjeta, o Estado deixou em cima da mesa da Lone Star 50 milhões de euros em moedas raras, fotografias contemporâneas, pintura, mapas portulanos e livros quinhentistas. É muito generoso o nosso Estado. Especialmente com donos de bancos!
Eu tenho vários bancos, estrutura de madeira e assento de cordel de sisal entrançado, feitos por um cego muito habilidoso que, antes de cegar, era um excelente técnico da construção civil. E nem uma moedinha o Estado me dá, caramba?! E nas fotografias saem-lhes algumas muito mal, não lhas quero!!!
ResponderEliminarPois... Mas a moedinha é só para bancos partidos. Bancos inteiros e bem feitos não dá direito...
EliminarAi se o banco tivesse ardido o(a) Sarin já tinha uma longa e persuasiva explicação desculpabilizante que demonstraria que estes gatunos que se estão a governar no governo do nosso país nada mais poderiam ter feito.
EliminarO banco ardeu quando tinha de arder e vai voltar a arder quando tiver que ser.
Espera aí às tantas foi o ppc que vendeu o banco e isso muda tudo.
Diz da tua justiça Sarin.
O/a alex.soares presume muita coisa: presume que eu diria isto ou aquilo se tivesse acontecido x ou y, presume que, como alex.soares, eu confundo Estado e Governo, presume que eu sofro de partidarite, presume que eu apenas digo de minha justiça quando instada por comentadores pouco claros... não acha presunção a mais num seu comentário que em nada contribui para o debate??
EliminarSei que se diz que presunção e água-benta, e coisital; mas também sempre ouvi que o que é de mais... Sugiro-lhe menos, se quiser dialogar. Pelo menos, comigo.
Sempre achei que o Estado incentiva o artesanato por causa do turismo, mas o que gosta mesmo é de colarinho branco. E usa lavandarias internacionais para limpar os fatos que não os factos - a estes só liga se meterem sexo, sem ver que com sexo nos vão os DDT levando com F grande, e sem beijinho ou moedinha.
EliminarO Estado somos nós, mas uns somos menos que outros. O Barata-Moura é que nos cantava bem!
Por outro lado, Eduardo, eram só coisas velhas - e Portugal tem muito património histórico, coitadinhos dos neófitos norte-americanos...