
Aí está de novo Cavaco, em nova prova de vida, agora com o segundo volume, e último capítulo, das suas memórias - “Quinta-feira e Outros Dias”. Não vindo daí nada de bom, daí não viria também grande mal ao mundo. O diabo - ele existe, nem que esteja apenas nos pormenores - é que, com este segundo volume, dá por concluída, nas suas próprias palavras, a prestação de contas aos portugueses.
Sendo tudo tão estranho em Cavaco, já ninguém estranha esta sua estranha maneira de prestar contas. Para Cavaco, prestar contas é apontar o dedo aos outros. Cavaco não presta contas de nada do que deve, apresenta as contas do que acha ele que os outros devem. Das suas contas, nada... E daquelas que ele sabe que nós sabemos que ele sabe, menos ainda que nada...
Um artista, este Cavaco... Ao pé dele, Costa, o verdadeiro artista na ponta do seu dedo, não passa de um simples aprendiz. Com melhor feitio, evidentemente...
Por falar em contas, então e aquela dos tipos que já usaram uma pipa de dinheiro de contratos que ainda não vigoram e tudo para pagar despesas correntes e aumentar passivo?
ResponderEliminarDesculpe a mudança abrupta, Eduardo, mas, e apesar de gostar de Banda Desenhada, há figurões que só com muitas onomatopeias irreproduzíveis neste espaço...
Cheira-me a bola...
EliminarCheira? Acho que vai ser um cheirinho que lhes deu... :)
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