Por aqui pode ver que não era tão portuguesa assim...
Rainha consorte de Portugal Posse 1 de dezembro de 1640 - 6 de novembro de 1656 Nascermos 31 de outubro de 1613 Sanlúcar , Espanha Morreu 27 de fevereiro de 1666 (52 anos) Lisboa , Portugal Enterro Panteão dos Braganzas Cônjuge João IV de Portugal
casa Medina Sidonia Pai Juan Manuel de Guzmán e Silva, 8º Duque de Medina Sidonia Mãe Juana de Sandoval e la Cerda Religião catolicismo romano Luisa María Francisca de Guzmán y Sandoval ( Português : Luísa Maria Francisca de Gusmão ; [1] 13 de outubro de 1613 - 27 de fevereiro de 1666)
Desculpe, mas qual direita radical? Convém não gastar os adjectivos, sob pena de estarem gastos, banalizados, para serem devidamente aplicados quando necessário. Porque temo que venha a ser...
A direita que lá esteve foi uma neo-liberal. Ou duas, estava irrevogavelmente esquecida, mas a outra não era neo-liberal, era apenas dançarina e ao som do malhão.
Certamente que já se apercebeu que a frase diz que a senhora é espanhola. O que provavelmente não percebeu foi a ironia para referir o nada ingénuo "aportuguesamento" do nome da senhora.
Por aqui pode ver que não era tão portuguesa assim...
ResponderEliminarRainha consorte de Portugal
Posse 1 de dezembro de 1640 - 6 de novembro de 1656
Nascermos 31 de outubro de 1613
Sanlúcar , Espanha
Morreu 27 de fevereiro de 1666 (52 anos)
Lisboa , Portugal
Enterro Panteão dos Braganzas
Cônjuge João IV de Portugal
casa Medina Sidonia
Pai Juan Manuel de Guzmán e Silva, 8º Duque de Medina Sidonia
Mãe Juana de Sandoval e la Cerda
Religião catolicismo romano
Luisa María Francisca de Guzmán y Sandoval ( Português : Luísa Maria Francisca de Gusmão ; [1] 13 de outubro de 1613 - 27 de fevereiro de 1666)
Não nos esqueçamos que, há 7 anos atrás, a direita radical aboliu este feriado. Pois eles sempre foram contra a independência nacional.
ResponderEliminarPelo texto pode ver que não foi dito que era portuguesa...
ResponderEliminarDesculpe, mas qual direita radical?
ResponderEliminarConvém não gastar os adjectivos, sob pena de estarem gastos, banalizados, para serem devidamente aplicados quando necessário. Porque temo que venha a ser...
A direita que lá esteve foi uma neo-liberal. Ou duas, estava irrevogavelmente esquecida, mas a outra não era neo-liberal, era apenas dançarina e ao som do malhão.
Admito que "radical" não é o termo mais adequado, mas sim "reaccionária". É claro que também há esquerda reaccionária. Um exemplo é o PCP.
ResponderEliminarEm algumas matérias, sim, é reaccionário. Noutras, é apenas coerente com a sua génese.
ResponderEliminarMas a direita que lá esteve não foi a reaccionária, foi mesmo a neo-liberal.
ResponderEliminarCertamente que já se apercebeu que a frase diz que a senhora é espanhola. O que provavelmente não percebeu foi a ironia para referir o nada ingénuo "aportuguesamento" do nome da senhora.
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