
Despedimo-nos hoje de 2018. A esta hora já milhões de terráqueos lhe deram o adeus definitivo!
Não deixa grandes saudades, mas a verdade é que os seus antecessores também não. Já nem nos lembramos de um que as tenha deixado... Diz o povo que "atrás de mim virá quem bom de mim fará". Tem sido muito assim e, se pensarmos no que o novo nos trará logo à nascença, poderá a assim voltar a ser. Estou a pensar no que vai acontecer em Brasília, daqui a umas horas, onde o presidente Marcelo não vai faltar. Será o único representante de um país da União Europeia presente, a abraçar Bolsonaro. Se calhar não poderia ser de outra forma, mas não estou absolutamente certo disso...
Cá estaremos - se as contas não nos sairem furadas - para ir contando como se irá portar 2019. Que terá muito que contar... Até porque tem muitas eleições, que deixam sempre muito para dizer. E muitas contas para fazer...
Um bom ano para todos!
"Será o único representante de um país da União Europeia presente, a abraçar Bolsonaro."
ResponderEliminarO Marcelo sempre representou a subserviência portuguesa a dirigentes estrangeiros, por mais deploráveis e autoritários que sejam.
Vergonha do meu país. Vergonha do meu presidente.
E a escumalha que vive em Portugal e defende Bolsonaro ainda vai a tempo de emigrar/regressar para o Brasil e não voltar.
Feliz 2019, Eduardo!
ResponderEliminarO blogue esteve em baixo? Tentei várias vezes, mas :(
Sobre M&M, Messias & Marcelo, pois aguardemos. Talvez o Ti Celito venha rendido à liberalização das armas e assim os casos dos paióis do Exército e da PSP deixam de ter sentido...
... como se alguma vez o tivessem tido!!!
Obrigado, Sarin. Não dei que tivesse estado em baixo. Quanto ao Ti Celito... Olha, não gostei de o ver lá misturado com aquela gente. Mas gostei de o ouvir cá, na Mensagem que ou cá deixou ou de lá mandou.
ResponderEliminar