
O governo português associou-se aos restantes países europeus, e às instituições europeias, no reconhecimento de Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela.
Todos os governos que partilharam esta posição a justificam com razões de democracia, de liberdade, etc. Por princípios!
O governo português, não. Justifica-a por conveniência. Por entender ser a que melhor defende os interesses da comunidade luso-venezuelana. É assim ... Nem nas grandes questões da política internacional perdemos a nossa visão paroquial do mundo!
Desculpe. Mas ao menos
ResponderEliminaré uma explicação mais honesta. Que fez a América com a Arábia Saudita após o assassinato do jornalista no consulado na Turquia? Preocupou-se com a democracia e os direitos humanos? Maduro não é flor que se cheire mas o que pensa que vai ser a Venezuela regressada ao quintal dos States?
Portugal sempre de rabinho voltado para o imperialismo americano. Vergonhoso.
ResponderEliminar100% de acordo. Portugal não se opôs a Maduro por questões de democracia mas antes por questões de subserviência à NATO e ao imperialismo americano.
ResponderEliminarNão questiono a "honestidade", seja lá isso o que for nestas circunstâncias. Questiono a dignidade diplomática.
ResponderEliminarQuanto ao resto ... são contas de outros rosários