
Para além do terror, da brutalidade e do ódio, o ataque terrorista de há dias a duas mesquitas em Christchurch, na Nova Zelândia, impressiona pela capacidade do seu autor no uso da internet e pela competência no domínio das técnicas de comunicação nas redes sociais.
Este é de resto um traço comum ao terrorismo actual. Onde quer que seja, independentemente dos fins que prossiga, o terrorismo faz da internet e da comunicação a sua mais potente e destrutiva arma. Tudo é pensado, todos os movimentos e todos os gestos são estudados para mais longe e mais fundo levarem a mensagem do ódio e o ritual de terror. E para fazerem do extermínio impiedoso um espectáculo de dimensão planetária, passível de ser replicado onde quer que seja, por quem quer que seja.
Como acaba de acontecer em Utrecht, na Holanda...
Por isso ser contra a divulgação de imagens nomes ou histórias dos assassinos, pois não têm direito a outro reconhecimento que não o colectivo bestas.
ResponderEliminarhttps://sarin-nemlixivianemlimonada.blogs.sapo.pt/porque-hoje-e-dia-22-de-novembro-47979
Um imigrante branco australiano matou 50 pessoas na Nova Zelândia. No entanto não vejo ninguém a pedir a criação de restrições à imigração de pessoas brancas. Porque será?
ResponderEliminarAssino por baixo, Sarin. Exactamente também por isso não nomeei. Exactamente também por isso escolhi esta fotografia.
ResponderEliminarhttps://www.noticiasaominuto.com/mundo/1218787/nova-zelandia-primeira-ministra-promete-nao-dar-visibilidade-a-atirador?utm_medium=email&utm_source=gekko&utm_campaign=daily&guid=0793cd9d-23f2-11e5-91ae-002590476e88
ResponderEliminarÉ isto mesmo!
ResponderEliminarObrigada pela partilha.