
Hoje é Dia da Mulher. E ontem o governo assinalou um dia de luto contra a violência doméstica, incontornavelmente uma violência especialmente contra a mulher.
Estes dias podem não servir para nada, mas servem certamente para se falar deles e, nessa medida, a sequência entre as duas datas não será simples coincidência. Não terá sido por acaso que a ministra da Presidência e da Modernização administrativa propôs para a véspera do Dia da Mulher um dia de luto nacional, para chamar a atenção para este drama social que é a violência em ambiente familiar.
Admito que não. Admito que possa ter a ver com a ideia de dar um safanão nas consciências, ou até que a intenção passe por uma pedrada no charco de um certo folclore que tomou conta do Dia da Mulher.
Admito também que nenhuma destas datas tenha tido alguma coisa a ver com o afastamento do juiz Neto de Moura do julgamento dos crimes de violência doméstica. Que tenha sido por mero acaso que ontem se tenha ficado a saber que o presidente da Relação do Porto, por “conveniência de serviço”, o tenha transferido para as secções cíveis do Tribunal.
Mas que não tenho dúvida nenhuma que esta “conveniência de serviço” foi determinada pela reacção da opinião pública aos abjectos acórdãos da criatura, lá isso não tenho… Vale sempre a pena levantar a voz contra o despudor. Por mais processos que Neto de Moura faça anunciar pelo seu advogado, abusando do absurdo privilégio de nada disso lhe custar nada…
* A minha crónica de hoje na Cister FM
Falou e disse, o juiz louro (que não sabe assobiar iô), libertou-se o autoclismo e foi-se...
ResponderEliminarHoje é o dia da mulher. E ontem o monhé foi à TV da desmiolada fazer uma cataplana com parvos, isto é, com tugas. A parvalhona da mulher do monhé foi para lá, TV, gabar o machão do maridão que teve mais namoradas que neurónios, porque toda a inteligência sempre lhe esteve na cabeça da pi#a. Entretanto, o mongoloide do ministro das finanças andou a proclamar aos quatro ventos que o governo vai injectar milhões e milhões e milhões de euros no banco do trafulha do Salgado, sem que isso custe um cêntimo aos tugas. O que é fantástico é que os tugas acreditam nisso.
ResponderEliminarConclusão, para agradar a este Lourinho: Enquanto os tugas andaram a babar-se com tão boas notícias, o energúmeno do juiz matou mais 13 mulheres desde o início do ano.
Mais uma acéfala a replicar o que a carneirada grita. Informe-se antes de escrever as tontices que escreve, alias banalidades que toda a carneirada replica. Na onda do fica bem, calcar os outros, acreditando em tudo que é propalado pela imprensa mentirosa e tendenciosa sem se dar ao trabalho de ler, perceber, informar-se , e ver
ResponderEliminarNão vou correr o risco de me perder em demasiadas considerações, e vou focar-me num ponto que na minha opinião é importante.
ResponderEliminarNeste país, algumas pessoas, especificamente na política e justiça, precisam urgentemente de um banho de humildade. Estão desfasadas da realidade, do modelo actual de sociedade e atentam contra a própria constituição.
Apenas acordam ocasionalmente, quando a opinião pública se indigna contra comportamentos que não deveriam existir numa democracia moderna. A pressão da opinião pública tem de continuar, para que essas pessoas se mentalizem de uma vez por todas, que não são uma classe intocável, e isolada da restante sociedade. Se em Portugal, houvesse a consciência cívica, que por exemplo existe na Suécia ou Islândia, não seríamos tão flagelados pela corrupção e compadrios.
Não vou correr o risco de me perder em demasiadas considerações, e vou focar-me num ponto que na minha opinião é importante.
ResponderEliminarNeste país, algumas pessoas, especificamente na política e justiça, precisam urgentemente de um banho de humildade. Estão desfasadas da realidade, do modelo actual de sociedade e atentam contra a própria constituição.
Apenas acordam ocasionalmente, quando a opinião pública se indigna contra comportamentos que não deveriam existir numa democracia moderna. A pressão da opinião pública tem de continuar, para que essas pessoas se mentalizem de uma vez por todas, que não são uma classe intocável, e isolada da restante sociedade. Se em Portugal, houvesse a consciência cívica, que por exemplo existe na Suécia ou Islândia, não seríamos tão flagelados pela corrupção e compadrios.