segunda-feira, 22 de abril de 2019

De pé no fundo


 


A quinta final, na Luz com o Marítimo, já ficou para trás. Foi vencida, e com distinção: grande exibição e 6-0!. Depois da eliminação da Europa, e nas condições em que aconteceu, e antes da deslocação a Braga, dificilmente se poderia esperar melhor. 


O Benfica entrou - voltou a entrar - muito bem, a chegar ao golo logo aos dois minutos, num canto de laboratório, só possível por lá estar esse fantástico cientista que é João Félix. Chegou logo ao golo, sem qualquer penalti e sem nenhum jogador do Marítimo expulso. Nem de início, nem em nenhum outro momento, quando tantos tanto por isso fizeram.


Não se pode no entanto dizer que o Benfica tenha aproveitado esse golo para partir de imediato para uma grande exibição. Não. Descansou até um pouco em cima do golo e permitiu que o jogo fosse demasiado tranquílo durante alguns períodos da primeira parte. Com Seferovic infeliz como nunca se vira na finalização, o resultado chegou ao intervalo com esse golo único.


O Benfica entrou para a segunda parte de pé no fundo. E marcou o segundo logo ao quarto minuto (Pizzi). A partir daí os jogadores não mais levantaram o pé, e a equipa partiu à procura da perfeição. Encontrou-a e não mais a largou até ao fim do jogo. E foi uma delícia de ver!


E os golos foram aparecendo. Acabou na meia dúzia, mas o Marítimo bem podia ter repetido o 10-0 do seu rival do Funchal. Basta reparar que Seferovic, infeliz como nunca - hoje poderia lá estar a noite inteira a rematar, de toda a maneira e feitio, que a bola não entraria - ficou em branco e desperdiçou seis oportunidades claríssimas de golo. E que também Jonas ficou em branco, pese duas três oportunidades, daquelas que não costuma desperdiçar.


Uma goleada de meia dúzia - bis de João Félix e de Cervi, um de Pizzi e outro de Salvio -, sem golos do melhor marcador do campeonato, e sem golos de Jonas, parece estranho. Mas não é. É apenas o resultado do grande futebol que Bruno Lage trouxe para a equipa. 


Faltam agora quatro finais. E muitas peripécias, certamente... Este jogo de hoje voltou a deixar muita gente assustada.


 

10 comentários:

  1. De pé no fundo esteve esse lampião que dá pelo nome de Petit. Atascou o Marítimo para oferecer quatro golos ao seu querido lampiónico clube. Já o cientista, vai faltar à chamada na hora decisiva, como faltou em Alvalade e na Alemanha. Esse malcriadito, esse mal educado como é o pizzi, vai falhar na hora da verdade, vai vêr o título por um canudo e acabar vendido a um clube rasca. Como diria Guterres, é a vida...

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  2. Credo, tanta azia anónima...

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  3. Vai com calma, dragarto... essa azia toda logo de manhã faz mal a um estomago já de si fraco, por nada comer há tanto tempo...

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  4. Cuidado, porque o Manuel Cardoso anda a dizer mal do partido do Ventura. O gajo deve andar a fumar daquela merda. Quando tal, até andam os dois. É que a porta 18 anda muito abandalhada!!!

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  5. Clubes Holandeses distribuem receitas da UEFA para todos. E se a medida fosse aplicada em Portugal?
    Se fosse aplicada em Portugal, punha o Petit a receber tanto como os lampiões.

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  6. A ministra da Saúde pediu à Inspeção-Geral das Atividades em Saúde para realizar uma sindicância à Ordem dos Enfermeiros, o que a bastonária considera "uma atitude persecutória nunca antes vista".
    Ó Costa, tás feito ó bife.

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  7. Embora lateral ao tema proposto permita que aqui deixe uma sugestão para resolver o problema dos cartões amarelos voluntariamente provocados e outros.
    1-A penalização decorrente dessa infração, forçada ou não, deixaria de produzir efeito pelo menos nos dois jogos seguintes da mesma competição.
    2-Excluída essa possibilidade, seria decidido por sorteio entre os jogos seguintes, terceiro, quarto ou quinto em qual deles seria cumprido o castigo.
    3-No final de cada jogo o árbitro munido de uma terrina com essas três hipótese chamaria um dirigente para escolher um dos três papeis enrolados contendo 3, 4 e 5 para determinar qual o jogo em que recairia o cumprimento da pena.
    4-Nesta conformidade e no caso de já não haver jogos suficientes na mesma temporada para concluir o processo essa contagem transitaria para a época seguinte seja qual for o clube que o faltoso represente.

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  8. No caso deste clube jogam sempre sem guarda redes adversários, caso de ontem 6 e no outro foram 10. Quando estes e outros adversários jogam com outros clubes da liga defendem tudo o que há para defender. Alguém percebe isto é dá alguma explicação?

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  9. Ficam embevecidos com o relvado artístico. Manafado, como dizem as gentes a Zul verdes d'inveja.

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