No dia em que passam 25 anos sobre o desaparecimento de um mais míticos desportistas da História, e do mais extraordinário piloto da fórmula 1, apraz-me registar as generalizadas manifestações de solidariedade com Casillas, e em particular a do meu Benfica.
Aqui deixo também o meu regozijo pelo sucesso da rápida intervenção médica que, ao que tudo indica, permite que este grave incidente lhe não deixe marcas e limitações irreversíveis. E os meus votos para o seu rápido e pleno regresso ao futebol, em cuja História ocupa uma das mais brilhantes páginas.
Nada li sobre Iker Casillas, mas pelo postal parece ter acontecido algo grave.
ResponderEliminarSomos mais do que aquilo que fazemos profissionalmente, e jamais se poderão sobrepor rivalidades desportivas à solidariedade humana.
Agora já certamente sabes o que aconteceu... Acabei de dar uma volta pela blogosfera benfiquista e fiquei impressionado com o que vi. É bonito de ver, mais ainda quando se vê como alguns festejam as suas próprias conquistas. https://www.record.pt/multimedia/videos/detalhe/o-video-polemico-das-celebracoes-do-sporting-apos-o-titulo-europeu-de-futsal?utm_campaign=FB_Rec&utm_medium=Social&utm_source=Facebook&fbclid=IwAR3M019jtRLjddzXaTLpcLgrX3nPDJKck4EF-KFdoarsaHQsJuOw_zu1U0Y
ResponderEliminarJá sei, sim, já li. Caramba, como elas acontecem até a quem é vigiado de perto... oxalá se restabeleça em breve.
ResponderEliminarSobre as comemorações, tenho nos favoritos um postal de um sportinguista que merece ser lido pelos adeptos de qualquer clube. "Foder os lampiões?". Merece? Não! Deve ser lido. :)
MARCELO TELEFONOU NA GRANDEZA DA SUA PEQUENEZ
ResponderEliminarGrande urso este presidente fiteiro. Que Casilhas como todos os que estão entregues aos cuidados médicos recuperem e fiquem bem o mais depressa possível. O que está em causa são as distinções que este palhaçote de Belém se permite fazer quando milhares de portugueses nem médico de família tem, e para procurar cuidados não tem outro remédio se não ir às tantas da matina para as filas ao frio ou à chuva que se formam na rua à espera que um posto médico abra portas, e estão com muita sorte se conseguirem assistência ficando muitas vezes entregues à sua sorte até nos corredores dos hospitais. Grita Cristina que para ganhar dinheiro nem precisas de saber cantar.
O que ficou bem nesta circunstância foi a gente do desporto de todas as cores ter mostrado solidariedade com um oficial do mesmo oficio.