
Comemora-se hoje o dia da Europa, lembrando a "Declaração de Schuman" de 9 de Maio de 1950, hoje praticamente tido por acto fundador da União Europeia. Onde Robert Schuman, então ministro dos Negócios Estrangeiros do governo francês, cinco anos depois do fim da guerra, dando corpo a uma ideia particularmente acarinhada por Churchill, propôs a criação da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço.
Foi há 69 anos, e hoje sabemos que a ideia, "a melhor que alguma vez tivemos", como dizem os 21 presidentes das repúblicas da União Europeia, num apelo ao voto nas eleições do próximo dia 26 assinado em conjunto e hoje difundido (percebe-se que o Reino Unido tenha ficado de fora, mas porquê também as restantes seis monarquias?), já viveu melhores dias.
Toda a gente tem consciência disso. A própria campanha (excelente, diga-se) do Parlamento Europeu de sensibilização para o próximo acto eleitoral, é disso sinal: "desta vez eu voto". Mas não deveria haver quem não morresse de vergonha por ter falhado a melhor ideia dos europeus e o maior projecto político da Humanidade. Provavelmente não haverá quem lhes perdoe...
Pena que a Europa ande a sustentar um pesado parlamento da casa que não passa de uma aberração democrática.
ResponderEliminarO projecto precisa de ser redefinido. Mas não pode ser perdido. Não pode mesmo!
ResponderEliminarCabe-nos, eleitores, votarmos por um projecto mais aberto, mais claro, mais respeitador das liberdades e garantias consagradas na carta dos Direitos Humanos, mas também mais atento às diferenças que nos unem.
A propósito de Europa assaltou-me um pensamento diabólico.
ResponderEliminarAté que ponto António Costa tendo na mira um alto cargo a esse nível, e depois de nos corredores de Bruxelas ter dado a entender que podia avançar deu corpo à encenação que se demitiria por cá se a guerra com os professores lhe desse aso a pirar-se.
Ao verificar que muito provavelmente essas contas lhe vão sair furadas apressou-se a dizer que não será candidato a qualquer alto cargo europeu e que o seu empenhamento passa por continuar a tratar das coisas do nosso país.
Que Deus me perdoe se estiver enganado.
Pode até estar enganado.Mas como teoria da conspiração, nem está mal achado.
ResponderEliminarJunto apenas mas também este velho ditado que me subiu efervescente à sacana da cabeça:
ResponderEliminar"Cesteiro que faz um cesto faz um cento"
Subscrevo o teu wishfull thinking. Já quanto ao que dizes que nos cabe como eleitores, não há por onde caber. Se não for tudo redefinido, não nos deixam "caber" nada...
ResponderEliminarSabes o que penso do nosso "nós eleitores" - por mim começava-se já hoje, agora!, a redefinir a democracia representativa. Servia para o projecto europeu e servia para o país.
ResponderEliminarMas votar em branco também não é solução - não nestas Europeias!
O PROBLEMA DO POLITICAMENTE CORRECTO NÃO É A JUSTIÇA SOCIAL NEM A SITUAÇÃO AMBIENTAL... MAS SIM O FACTO DE SEREM NAZIS:
ResponderEliminar- o politicamente correcto não se limita a ser globalista: ele não suporta a existência de outros [a existência de povos autóctones a sobreviver pacatamente no planeta]; ora, chamando o boi pelos nomes: o politicamente correcto é NAZI!
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PNR's e afins não seja parvos: não há tempo a perder com a elite neo-esclavagista, urge o SEPARATISMO-50-50!
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Ao mesmo tempo que reivindica para si regalias acima da média (trata-se de pessoal que está num patamar acima da mão-de-obra servil), a elite neo-esclavagista quer ter ao seu dispor mão-de-obra servil ao desbarato.
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Mais:
-» Na América do Sul (por exemplo) foram chacinadas Identidades Autóctones para lhes roubarem os territórios... e agora estão a vender milhões de hectares a multinacionais [a elite neo-esclavagista fala nestes holocaustos? Népia!];
-» Em pleno século XXI tribos da Amazónia têm estado a ser massacradas por madeireiros, garimpeiros, fazendeiros com o intuito de lhes roubarem as terras... muitas das quais para serem vendidas posteriormente a multinacionais [a elite neo-esclavagista fala nestes holocaustos? Népia!].
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{uma nota: pululam por aí muitos investidores da mesma laia dos construtores de caravelas: reclamam que os seus investimentos precisam de muita mão-de-obra servil para poderem ser rentabilizados}
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Mais:
-» A elite neo-esclavagista em conluio com a alta finança (lucram milhares de milhões em especulação financeira) e em conluio com migrantes que se consideram seres superiores no caos... não falam na introdução da Taxa-Tobin como forma de ajudar os mais pobres... querem é que a ajuda aos mais pobres seja feita através da degradação das condições de trabalho da mão-de-obra servil.
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-» Por um planeta aonde povos autóctones possam viver e prosperar ao seu ritmo;
-» E por uma sociedade que premeie quem se esforce mais (socialismo, não obrigado)... mas que, todavia, no entanto... seja uma sociedade que respeite os Direitos da mão-de-obra servil;
---» Todos Diferentes, Todos Iguais... isto é: todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta --»» INCLUSIVE as de rendimento demográfico mais baixo, INCLUSIVE as economicamente menos rentáveis.
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Nota 1: Os 'globalization-lovers', UE-lovers. smartphone-lovers (i.e., os indiferentes para com as questões políticas), etc, que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa.
-»»» blog http://separatismo--50--50.blogspot.com/.
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Nota 2: Os Separatistas-50-50 não são fundamentalistas: leia-se, para os separatistas-50-50 devem ser considerados nativos todas as pessoas que valorizam mais a sua condição 'nativo', do que a sua condição 'globalization-lover'.
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Nota 3: É preciso dizer NÃO à democracia-nazi! Isto é, ou seja, é preciso dizer não àqueles... que pretendem democraticamente determinar o Direito (ou não) à Sobrevivência de outros!!!
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Nota 4: Urge dizer à elite deste sistema o mesmo que foi dito aos antigos esclavagistas: a não existência de mão-de-obra servil ao desbarato não vai ser o fim da economia... VÃO CONTINUAR A EXISTIR MUITAS OPORTUNIDADES DE NEGÓCIO (nomeadamente introduzindo mais tecnologia)!