
Em Bruxelas resolveu-se finalmente o jogo dos cargos para as instituições europeias. E nem se pode dizer que o resultado tenha sido surpresa: no fim ganhou a Alemanha. Como no futebol, também nestas coisas da União Europeia ganha sempre a Alemanha.
Mesmo com Merkel a tremer. Figurativa, mas também literalmente...
O jogo? Deplorável, uma vez mais!
Muito bom, Eduardo! Quer dizer, muito mau, mas percebo pouco de futebol...entretanto, li isto (https://www.publico.pt/2019/07/02/mundo/noticia/parlamento-europeu-ameaca-travar-nomeacao-ursula-von-der-leyen-1878531) e perdi-me.
ResponderEliminarÉ um bom relato do jogo, relatado por quem sabe do ofício, e transmite fielmente a deplorável qualidade do jogo.Transmitiria mais fielmente o ambiente deprimente do jogo se não lhe tivesse ficado a faltar falar de Josep Borrell, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Espanha, agora Sr PESC. E logo ele, que tem tanto que se lhe diga...
ResponderEliminarPenso que perdemos todos, não foste apenas tu.
ResponderEliminarMais uma vez, a representatividade a funcionar em matérias para as quais ninguém nos pediu a opinião.
E, talvez pela primeira vez, a UE profundamente dividida, o PE a impor-se ao Conselho de uma forma que não recordo - mesmo apesar dos deputados de costas voltadas, literal mas também figuradamente.
Já agora, na notícia que deixaste o Público indica o búlgaro como presidente do PE, mas quem ganhou foi o socialista Italiano, pelo menos ontem tinha sido :s
Essa é que é a minha questão. Vão-se parindo títulos e "notícias" e afirmações bombásticas, e, no fim, nem a Alemanha ganha...ou a Bulgária, vá, que não é a mesma coisa :)))
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