domingo, 4 de agosto de 2019

Súper... Supertaça


(Foto A Bola)


Um 5-0 num dérbi é sempre um resultado extraordinário. Num jogo decisivo, como é este que decide a Supertaça, o primeiro troféu da época, é ainda mais marcante.


Não foi uma exibição fulgurante do Benfica, mesmo que a fulgurância do futebol do campeão nacional tenha aparecido em diversos momentos do jogo, especialmente na segunda parte, aquela que deu expressão à vitória da equipa de Bruno Lage. Mas foi sempre uma exibição segura e categórica.


O Sporting entrou em campo com a ideia de dar prioridade a defender, com uma linha defensiva de cinco unidades, num atípico 5-4-1(não, não foi 3-4-3!). E a primeira parte foi mexida e relativamente interessante, com o Benfica mais afirmativo, e mais colectivo e o Sporting mais reactivo, o que não impediu que fossem suas as primeiras oportunidades desse período. Logo aos 2 minutos, num desvio desastrado de Ferro, a obrigar Odysseas a trabalho de qualidade, e a dizer presente. E depois, por duas vezes, a opor-se a Bruno Fernandes, primeiro num grande voo a desviar um remate de longe e, depois, a sair-lhe aos pés.


Nada que alguma vez tenha desequilibrado a equipa do Benfica, que acabou por chegar ao golo a cinco minutos do intervalo, quando deixava já a ideia de mandar no jogo. No Sporting sobressaíram então alguns jogadores, e a verdade é que, a nível individual houve mesmo mais jogadores a distinguirem-se que propriamente do Benfica. Lembro Thierry Correia, o jovem lateral direito que deu nas vistas, Wendel e Raphinha. Mais que o inevitável Bruno Fernandes, inevitavelmente de despedida.


Na segunda parte foi diferente, e a superioridade benfiquista foi simplesmente esmagadora. E a goleada poderia até ter subido para números ainda mais penalizadores para o Sporting, tantas as oportunidades de golo construídas pela equipa do Benfica. Que teve fases de puro brilhantismo, com todos os jogadores num nível exibicional muito elevado, mesmo que Pizzi e Rafa, pelos golos, pelas assistências e pelo que jogaram, tenham de merecer particular destaque, enquanto os jogadores do Sporting iam perdendo a cabeça.


Claro que este é um excelente arranque de época para o Benfica. Já o vinha sendo com os resultados (o Benfica ganhou a International Champions Cup, um troféu que apenas os maiores clubes do actual futebol mundial lograram conquistar, com três vitórias) e as exibições nos jogos de preparação, mas esta goleada frente ao velho rival é a cereja no topo do bolo.


Com tudo o que fez o ano passado, nas condições que se conhecem, agora que Bruno Lage preparou a equipa desde o início, e com este arranque, abrem-se as melhores expectativas para a  caminhada para o 38.


 

29 comentários:

  1. Quando se começa a ganhar o campeonato antes de ele se iniciar, há fortes probabilidades de a coisa não correr bem. Mas enfim, a fé não é coisa que se discuta, a não ser entre pessoas com fé. A mesma ou outra.

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  2. Atrasaste o postal, tive que deixar a pergunta nos 5 anos do BES...
    Como é que o árbitro justifica 1 minuto de compensação num jogo com 12 cartões?

    Posto isto, pois parece que Lage tem uma visão definida e os jogadores a percebem e partilham. Agora é jogo a jogo.
    Mas hoje é deixá-los festejar, dois canecos num fim-de-semana não é qualquer um :)

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  3. O pior resultado não foi o Sporting ter perdido. O pior resultado foi os assassinos lampiões não terem conseguido matar nenhum adepto do Sporting. Parabéns ao Sporting. Defendeu-se bem.

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  4. Dragarto provocador. Tinha de aparecer sempre algum...

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  5. nao e para todos ..5 batatas e um carrete de pancadaria..tomem

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  6. quem cospe para o ar cai tudo no focinho..quem vai a guerra ..e dar e levar

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  7. Não tem por onde justificar, se não por caridade cristã. Eles pediam muito que aquilo acabasse...

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  8. Foi o que pensei, mas poderia haver qualquer outra justificação que me ultrapasse, há novas regras e ainda as não estudei...

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  9. Os adeptos benfiquistas que estiveram envolvidos na morte de um inocente adepto do Sporting e de outro nada inocente adepto da Juventus foram e estão a ser julgados.

    Os adeptos organizados pertencentes aquilo a que chamam claques oficiais que têm membros que nem sócios são e onde os membros se multiplicam por geração espontânea, a ver pelo número dos que dizem ser face ao número dos que estão registados, 43 vão a julgamento por terrorismo e 15 andam a ser procurados depois das denúncias públicas de Varandas.

    Nunca houve intenção nos infelizes e lamentáveis homicídios - leia as acusações.
    Nos ataques de membros das tais claques registadas e oficiais aos jogadores, treinadores e, agora, directores, intenção de agredir, de ferir, foi o que não faltou. Talvez seja hora de crescerem e perceberem que os piores arruaceiros estão dentro da vossa casinha e protegidos pelo título de claque oficial.

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  10. Ganhar é sempre bom, mas 5-0 ao rival desempre ...bem claro que sabe ainda melhor :)
    Mas o campeonato é que interessa e quem tiver oportunidade que vá á luz no próximo sabádo ás 21:30 (raio de horário, só neste pais mesmo hehehhe), para dar uma força aos novos rapazes, quem pensar que são favas contadas, pode tirar o cavalinho da chuva,a época vai ser dura, muito dura...

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  11. Caríssima Sarin,

    Fica-lhe mal adjectivar uma vítima mortal de um atropelamento intencional de "nada inocente". Só lhe falta acrescentar "estava a pedi-las". Não me parece que assim se combata a violência à volta dos clubes de futebol.

    Também não é verdade que o arguido do caso do atropelamento "esteja a ser julgado". Encontra-se em liberdade e com o julgamento adiado em data marcada. O mesmo não se passa com os arguidos da invasão de alcochete, que permaneceram em prisão preventiva até à decisão de marcação de julgamento. O caso de Alcochete é gravíssimo mas felizmente não houve vítimas mortais. Ao contrário do caso do atropelamento.

    Ai os timings de certos juízes e o branqueamento de certos comentadores...

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  12. Como sportinguista devo dizer:
    Espero que caminhem para o 38 e já agora que sejam campeoes europeus como prometeu o presidente. Mas como alguem disse uns prometem outros conseguem.... Quando se ganha tudo é bom!!!!! Boa sorte.... Ou devo dizer.... Boa toupeira.

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  13. Exactamente! A época vai ser dura, e o desgaste e a pressão extra-campo, i.e, Comunicação Social, vão ser ainda mais acentuados.
    A Equipa precisa de todo o apoio. Sempre!

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  14. Caro Makiavel, um inocente foi morto em pleno Jamor. Fica mal comparar este inocente com alguém que se prepara para batalhas urbanas - foi um adepto do Fiorentina, poderia ser um do Benfica. Ninguém pede para ser morto, mas há os que se expõem à violência por procurarem a violência. Foi o caso. Querer inocentar quem não o é não contribui para a compreensão do fenómeno. E é injusto para a vítima inocente atingida por um very light que nunca deveria entrar nas cercanias de qualquer comemoração desportiva.
    Nunca me viu apelar à justiça popular ou a desculpar a violência, portanto entenderei que a sua afirmação foi feita como um alerta ao que outros poderiam interpretar, não ao que eu disse.

    Desculpe a incorrecção, mas quando digo "estar a ser julgado" significa ter acusação feita e processo em marcha.
    Estar em liberdade é um entendimento do MP ou do Juiz de Instrução - não sei de qual.
    Mas sei que uma vez, estando sozinha e tendo 21 anos, estive na iminência de atropelar (e fugir) um grupo de 3 homens que me tentou parar o carro numa estrada depois de me terem visto sozinha na estação de serviço no regresso de uma convenção. Os telemóveis não eram artefactos de estudantes.
    Portanto, há que separar ambos os homicídios muito bem separados. Pelas vítimas e pelas circunstâncias.
    Sobre o terrorismo de Alcochete, houve intencionalidade, houve premeditação. Nos casos em apreço, nem o MP nem o juiz falaram disso. Nem sequer a CS falou disso. E o Makiavel certamente saberá que é a premeditação que separa a gravidade destas acções.

    O branqueamento é tão lamentável como a manipulação da opinião pública, e é mais do que tempo de os adeptos de qualquer clube pensarem se são primeiro cidadãos ou adeptos.

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  15. Não vi ninguém comparar o caso do Jamor com o caso do atropelamento. Vi apenas serem dados como exemplo de violência extrema que levou à morte de duas pessoas, violência essa perpetrada por claque(s) do mesmo clube (desculpe o deslize, era 'Grupo de adeptos organizados' que eu queria dizer).
    Para quem diz que não faz julgamentos populares vir tecer considerações sobre o (baixo) grau de inocência de um indivíduo que foi vítima de atropelamento, o que diria se os fizesse...
    Isto ou se condena (sem tibiezas nem desculpas clubisticas) toda a violência que apareça no desporto ou a coisa irá piorar.
    O fairplay postiço dos vencedores não vai ajudar.

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  16. Não tem a ver com clubismo, tem a ver com seriedade na análise dos factos.
    Há vítimas que se colocam em risco. Seja o adepto que procura o confronto seja o turista que se chega à beira da falésia para tirar uma foto seja o veraneante que ignora a placa "perigo de derrocada". Não são vítimas inocentes.
    https://sarin-nemlixivianemlimonada.blogs.sapo.pt/a-emergencia-medica-e-a-emergencia-de-66747

    Achar que sim é não atacar o problema na raiz - a falta de civismo. Tudo o mais é conversa com agenda.

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  17. Não a acompanho nessa análise selectivo/clubística, desvalorizadora da violência à volta do desporto.

    Não consta que houvesse uma Placa 'Perigo de Atropelamento' no local do crime.

    Sobre a intencionalidade do acto, deve saber bem as implicações em matéria de moldura penal caso haja intencionalidade ou não num crime. Junte isso a um advogado hábil e um juíz amigo e começamos a ver o 'big picture'. Passa muito pela convicção do juiz sobre a natureza dos factos. Repare, no caso de Alcochete, o juiz tem a convicção que se trata de um crime de terrorismo; mesmo deixando os arguidos em liberdade.

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  18. Como disse, agendas clubísticas não me movem, e não desvalorizo, analiso a violência em volta dos clubes, não do Desporto. Makiavel acha que as vítimas são todas inocentes, a jurisprudência prova que não.

    A alusão a uma placa "perigo de atropelamento" é indigna de si - Ficcini preparou-se e dirigiu-se em grupo ao encontro de outro grupo com vista a uma batalha urbana. Goste ou não, esse é um factor que pesa no julgamento - as circunstâncias da sua morte. Querer desvalorizar tal facto é ter agenda.

    Fui eu que lhe apontei a questão da intencionalidade, questão que Makiavel tentou elidir. E a apreciação de um juiz e a competência de um advogado são factores subjectivos e inultrapassáveis, por isso haver diversos mecanismos legais - pedido de dispensa de juiz, pedido de instrução, pedido de júri, tribunais de segunda instância, supremo tribunal de justiça e Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.
    Seja adepto só depois de cidadão.

    E façamos um exercício de lógica: Makiavel acha que o Benfica é um polvo e domina os meandros da justiça. Não pode ter todos os juizes por sua conta caso contrário as toupeiras seriam desnecessárias. Logo, os recursos são finitos. É público que o Benfica está envolvido em vários processos na Justiça. Partindo dos pressupostos enunciados, nos quais não creio mas Makiavel sim, não se percebe porque iria o Benfica gastar recursos finitos para defender um anónimo adepto. Porque ou a Direcção do SLB é inteligente ao ponto de montar os esquemas que Makiavel crê ter montado, ou é idiota ao ponto de desbaratar recursos finitos e preciosos, e nesse caso sem capacidade para montar tais esquemas. Aceitar ambas as acepções é que não é lógico.


    Seja cidadão, Makiavel. Coloque o clubismo no campo e nas contas e deixe-o de fora na análise da violência no Desporto e da actuação da Justiça.

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  19. Entrou em modo argumentativo?
    Coloque entre aspas a minha suposta declaração de que todas as vítimas são inocentes. Não coloca porque não tem o que colocar. Não escrevi isso.
    No contexto de violência no desporto e suas vítimas, fazer separação entre vítimas inocentes e vítimas pouco inocentes é uma boa maneira de desculpabilizar. Assim não vamos lá...
    Falou em jurisprudência. Refere-se à jurisprudência de Neto de Moura que desculpabiliza agressores porque elas estavam a pedi-las? Sugere uma atenuante de uma possível condenação para o caso do atropelamento com base no ‘ele estava a pedi-las’?
    Não se estique demais. Fácil pedir cidadania, difícil é exercê-la quando toca à nossa tribo.
    Clubismo de fora da justiça? Aquele que leva uma juíza a não constituir arguida uma SAD que andava a ser beneficiada por actividades ilícitas do seu assessor jurídico?
    Eu gosto de areia nos pés, com o mar por perto, areia nos olhos é sempre desagradável.

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  20. Makiavel dixit: "Fica-lhe mal adjectivar uma vítima mortal de um atropelamento intencional de "nada inocente". Só lhe falta acrescentar "estava a pedi-las". "

    Não se muda o enquadramento cf. dá jeito, a lei é transversal.
    Porque há entendimentos distintos entre os juízes é o que o sistema legal tem várias ferramentas para que o arguido possa recorrer.
    Negar o peso da intencionalidade, da premeditação, da circunstância é afirmar nada perceber do sistema judicial - ou, pior, perceber e querer manipular o argumento para ter razão.
    Invocar Neto de Moura é despropositado para o seu argumento e reforça o meu - prova que existem diversos mecanismos legais.
    Perdeu-se quando confrontado com o método lógico? É o que acontece quando se tenta fingir não ter agenda.

    E sim, areia nos olhos é muito desagradável. Makiavel deveria parar de a tentar lançar.

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  21. Diga-me lá onde eu neguei o peso da intencionalidade. Apetece-lhe dizer coisas que não viu escritas nem sequer implicitamente defendidas?
    Invocar Neto de Moura é de uma linearidade para estabelecer um paralelismo com o que escreveu que só não vê quem não quer.
    Não me perdi com o método lógico. Tinha algum método mas muito pouca lógica.

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  22. Compreendo-o, Makiavel. E acredite que lastimo vê-lo assim.

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  23. Também eu lastimo vê-la escrever barbaridades como “vítimas pouco inocentes” e invocar a intencionalidade de uma vítima como atenuante do crime que terá sofrido, ou vir falar de uma suposta agenda de um mero comentador anónimo... A clubite tolda o raciocínio, é pena.

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  24. Tem toda a razão: eu provei-lhe que vítimas nada inocentes existem sempre que a vítima se coloca em risco deliberado, e que nada tinha a ver com clubismo; o Makiavel vem contra-argumentar tergiversando com o exemplo de um juiz que foi sancionado por ter confundido relações pessoais com risco deliberado, e diz que não o faz por clubite. Claro que não, Makiavel, claro que não.

    http://www.dgsi.pt/jtrg.nsf/-/3180AF1343F253FD80258082005A1D48

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  25. Está a partir do princípio que a vítima se colocou em risco deliberado. Deve ter atravessado a estrada fora da passadeira, só pode ser isso. Ou mandou-se para debaixo da viatura, só porque sim. Ele há gente com manias... Portanto, a vítima colocou-se em risco deliberado e quem atropelou não teve essa intenção. Assim vai a narrativa.

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  26. Como venho dizendo há muito, a clubite é tramada - até o faz perder-se da e na lógica.

    Fique com as suas ilações, Makiavel, mas abstenha-se de dizer que foram por mim proferidas.

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  27. Sim, sim... nem sequer está escrito.
    Da intencionalidade da presença da vítima ao atropelamento involuntário... clubite e “”argumentativismo” e lógica da batata... poupe-se.

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  28. Já me poupei há muito; Makiavel é que insiste nas suas próprias redundâncias e se me vai dirigindo na esperança de encontrar uma saída digna.

    Não se canse.
    Até um próximo comentário - noutro postal :)

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