
Não é apenas com números que se está a fazer a história desta pandemia. É também com nomes.
É quando os números ganham nomes que deixam de ser simples números. Os números dos óbitos tinham já nomes famosos do teatro, do cinema, da música, da dança. da comédia, do desenho ... A partir de ontem têm também nomes do futebol. Radomir Antic, o treinador sérvio que se tornou numa lenda do futebol espanhol, e o único a treinar os três grandes de Espanha, aos 71 anos, emprestou o seu nome a este números. Pepe Guardiola emprestou o da sua mãe...
Que tenha sido Boris Johnson a emprestar o seu para o número de infectados em cuidados intensivos poderá ser simples ironia do destino. Que não se deseja a ninguém. Nem aos que, com ele, mais exuberantes foram na primeira fila da negação da realidade.

O único problema, sem qualquer tipo de ironia, muito menos desacreditar quem quer que seja, começo a duvidar qual é a realidade.
ResponderEliminarAo aceitar tão malévola "ironia do destino" parece estarmos também a crer naquela velha máxima do Jorge Coelho, só que aqui será antes um "quem se mete com o covid 19 leva"; espero, então, que todos os negacionistas da pandemia e da necessidade do isolamento social, sejam, então verdadeiramente castigados como esses dois que governam esses grandes Estados Federais como são os Estados e o Brasil.
ResponderEliminarOs conservadores têm passado a vida a atacar o NHS. E agora parece que Boris Johnson precisa do NHS para o salvar...
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