
Com o passar dos dias, semanas e já meses, a abertura à vida é inevitável. As pessoas já não têm mais tolerância para o confinamento e a economia não pode esvaziar-se mais.
Tudo se encaminhou para parecer que bate certo. A curva achatada, o Ro abaixo de 1 e, the last, not the least, começou a haver máscaras... Mesmo que o planalto se mantenha, e se não veja ainda lá ao fundo o início da rampa de descida. Que o Ro tenha acabado de passar de 1. E que as máscaras que já há possam voltar a não resolver tudo...
Temos que sair de casa. E a economia tem que ser reaberta. Porque já não aguentamos lá mais tempo, e a falta de ar na economia nos sufoca. E mata, mais que o vírus...
Como vamos fazer?
Por apalpação, diz o primeiro-ministro: se a determinado momento tivermos que dar um passo atrás, daremos. Prendendo os velhos, dizem os especialistas mais economicistas: apenas os grupos de risco se devem manter confinados, fechados em casa ou nos lares, agora RPI - residências para idosos.
Primeiro-ministro, Presidente, deputados e até membros do Conselho de Estado reúnem-se hoje com a comunidade científica à procura de respostas. Que não podem fugir muito desta espécie de simbiose: velhos fechados em casa e tudo o resto a apalpar.
Cuidado no momento do passo atrás: sem ver, e sem querer, podem esmagar os velhos a fugir de casa...
"Primeiro-ministro, Presidente, deputados e até membros do Conselho de Estado reúnem-se hoje com a comunidade científica à procura de respostas."
ResponderEliminarMau, então presidente e 1º ministro tem andado a soltar postas de pescada à toa?
Não. Em particular o primeiro-ministro, não. De todo!
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