
Marcelo, sempre com um pé dentro e outro fora. Seja lá do que for... Sempre à procura do pleno, da quadratura do círculo, de agradar a gregos e a troianos... Para que nenhum espaço lhe fuja, todo ele ocupe, que nada sobre para mais ninguém e que nada mais se vislumbre que ele próprio.
Assinou por baixo destas palavras: "Tendo em consideração que no final do novo período se comemora o Dia do Trabalhador, as limitações ao direito de deslocação deverão ser aplicadas de modo a permitir tal comemoração, embora com os limites de saúde pública previstos no artigo 4.º, alínea e), do presente Decreto".
Mas o que realmente quis assinar, o que tinha na cabeça não era que fossem além das "limitações ao direito de deslocação"; nem que simplesmente se sujeitassem aos "limites de saúde pública previstos" na lei. O que Marcelo defendia era "uma ideia simbólica para a celebração do 1º de Maio". Não era nada daquela pouca vergonha que se viu. E muito menos daquilo que assinou!
Na presidência um ideiota.
ResponderEliminarSenilidade ?
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