As manifestações pela morte de George Floyd, asfixiado aos joelhos de um polícia de Minneapolis, no Minnesota, espalharam-se pelas cidades de todos os estados americanos, voaram sobre o Atlântico e chegaram à Europa. E a Portugal, a Lisboa e ao Porto.
Lá, foi mais uma acha para a fogueira em que Trump transformou a América. Por cá foi, como não poderia deixar de ser, mais um foco de polémica à nossa maneira. Aquela maneira que sempre temos de tapar o fundamental com o circunstancial.
Conciliar uma manifestação com as regras de distanciamento que a pandemia continua a requerer, mais a mais em Lisboa, onde ocorrem mais de 90% das contaminações, seria difícil. Isso só o PCP sabe fazer. Mas, ssperar de uma manifestação contra o racismo e a violência policial, outra coisa que não fosse gestos e palavras de animosidade para a polícia, nunca seria mais fácil.
A humanidade não aprende, com os erros. É por causa dos líderes anteriores que Hitler`s, Trump`s e Bolsonaros são eleitos e não o contrario.
ResponderEliminarA família Bush, Clinton`s e Obamas trabalharam tão mal tão mal, conseguiram levar o eleitorado a uma insatisfação desesperante tão grande ao ponto de eleger Trump.
Cardoso`s, Lulas e Dilmas trabalharam tão mal tão mal, conseguiram levar o eleitorado a uma insatisfação desesperante tão grande ao ponto de eleger o Bolsonaro.E o Hitler idem aspas aspas. Agora pensem!!!!! Será que não é premeditado. Será que os lideres são realmente lideres ou serão marionetes do poder económico!!?? E nós, será que somos cidadãos deste mundo, ou somos apenas espetadores do qual não fazemos a puta da ideia do que passa nos bastidores??!!
Espero tudo de manifestações, exactamente porque há muitas motivações para comparecer à mesma manifestação.
ResponderEliminarQue, no caso das portuguesas, foram várias, convocadas para a mesma hora no mesmo local - motivo pelo qual uns clamavam contra o racismo, outros contra a violência policial e outros contra o desequilíbrio social. Que umas andam ligadas às outras, as causas das coisas manifestadas. Mas há diferenças.
Percebo as palavras contra a brutalidade policial. Não percebo frases contra a polícia, "um polícia bom é um polícia morto" é frase de quem se marimba para os direitos humanos, base destas reivindicações.
É verdade e isto não se ensina nas escolas. Nas escolas estamos a formar crianças tão normalizadas que mais perecem robôs.
ResponderEliminarEssa frase é simplesmente de um idiota que não encontrou outra forma de aparecer nas televisões e nas fotografias dos jornais. Quando me refiro à naturalidade de palavras e gestos de animosidade contra a polícia nestas manifestações não me referia a esse cartaz pateta.
ResponderEliminarCerto. Reacção de grupo no momento vs provocação antecipada - é esta que não percebo, a psicologia de grupo percebo muito bem, tal como a lei da acção e da reacção :)
ResponderEliminarOntem abordei levemente estas reacções (e outras) das manifestações, e nestas menos de 24h continuo a pensar na juventude que teima em nos confundir irreverência e irreflexão. Daqui a uns anos o puto talvez perceba a diferença, mas entretanto o aproveitamento partidário está aí e não vacila.
Só hoje vi o que se passou ontem no Parlamento, e esse aproveitamento. Que queres que te diga? Olha, digo que as tolices também servem tolos.
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