Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!
Concluídas as cerimónias fúnebres de José Saramago, não há como deixar de notar a ausência do Presidente da República.
Obviamente que quando o país decreta o luto nacional, promulgado pelo Presidente da República, a sua presença nas cerimónias fúnebres nada tem a ver com as relações pessoais entre o titular do cargo mais alto magistrado da nação e o defunto. Como é evidentemente óbvio que, sendo essa a obrigação do Presidente, não é aceitável que a descarte por meras circunstâncias de interesse pessoal, como um fim-de-semana de férias na” lindíssima ilha de S. Miguel”.
“Ao assumir o emprego, o Sr. Barroso será recebido na Comissão não como um antigo presidente mas como um representante (dos interesses do ...
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