
A apregoada manifestação da extrema direita, essa maioria silenciosa sempre adiada, não passou de um mini-comício de André Ventura, aliviado por não ter descido a Avenida da Liberdade sozinho.
Encher as redes sociais de perfis falsos a replicar boatos e palavras de ordem é fácil. Difícil é transformá-los em gente e levá-los para a rua. Mas, para quem foi projectado no PSD, e moldado por Passos Coelho, dá sempre jeito citar Sá Carneiro para esconder o fracasso: “Hoje já somos muitos, amanhã seremos milhões”. Perfis de facebook, claro!
Temos quase 50 anos de 25/4/74 !
ResponderEliminarE depois, ficamos muito tranquilos quando aparece um quadrúpede deste género.
Somos um povo de mansos...
Então a manifestação das pessoas que dizem não ser racistas ao mesmo tempo que deixam comentários racistas em todas as caixas de comentários (recorrendo a contas falsas para parecerem mais) apenas tinha meia dúzia de gatos pingados... Com uma afluência tão baixa a tal manifestação, André Ventura conseguiu de facto provar que Portugal não é racista. Agora se ele (e a escumalha que o apoia) é ou não já é outra história...
ResponderEliminarUma contra-manifestação em tempos de Covid-19 seria algo irresponsável. Podiam era ter feito como nos EUA onde profissionais de saúde foram bloquear os carros dos americanos de extrema-direita que estavam a manifestarem-se pelo direito a infectarem os outros. E tendo em conta que André Ventura gostaria de abolir o SNS, tal contra-manifestação assentaria que nem uma luva.
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