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Depois dos prédios, quintas e casas vendidos a não se sabe quem por metade do preço, a investigação do "Público" conclui que em 2019 o Novo Banco vendeu também uma seguradora por menos de metade do seu valor. Bem menos: por 30% do valor registado em Balanço. Vendeu por 123 milhões de euros uma seguradora capitalizada e cumpridora dos rácios de solidez, registada por 391 milhões. E foi pedir os restantes 268 milhões ao Fundo de Resolução.
Segundo o jornal desta vez sabe-se quem foi o comprador: Greg Lindberg, um magnata americano condenado por corrupção. Quer dizer, tudo boa gente...
O resto já sabemos. É tudo legal, tudo aprovado por toda a gente - pelo próprio Fundo de Resolução e pela ASF, o supervisor da actividade seguradora - e conforme com as melhores práticas do mercado. E dentro de dias páginas dos jornais e ecrãs de televisão ficarão cheios de gente a justificar tudo e a reclamar pela honra de António Ramalho.
É caso para dizer que 'O Crime Compensa', e como Sempre no Final, o Zé Povinho é que paga Sem ter Culpa de nada.
ResponderEliminarO que António Ramalho vai dizer é também mais do mesmo, que tinha um prazo, e que até ao fim do prazo ninguém ofereceu mais.
ResponderEliminarEstranho é nenhum empresário nacional, dos poucos com capacidade para fazer estes negócios da china, se meta nisto. Quanto ao facto dos estrangeiros serem quase sempre de duvidosa reputação, qualquer dia nem esses se metem. Veja-se o que sucedeu à Engenheira Isabel dos Santos, anos a fio alvo dum lambecuzismo descarado, com lugar cativo nas listas dos mais poderosos, empreendedores e bem vestidos.
Pelos vistos também é legal por em causa a honra do António Ramalho sem apresentar provas para o referido efeito. Tudo legal! A ver vamos
ResponderEliminar"Isto é inadmissível, isto é, mentira, tenham vergonha, mentira..."
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