
Passam hoje 40 anos sobre a morte de John Lennon, uma das lendas do século XX. Tantos quanto tinha então de vida.
Na noite de 8 de Dezembro de 1980, pelas 22 e 52, segundo o relatório da polícia, Lennon voltava a casa. Subia os degraus de acesso à porta de entrada quando foi alvejado com cinco tiros, disparados por um fã lunático - Mark Chapman.
Com a morte de Lennon desapareceu de vez, dez anos depois da dissolução, a esperança sempre adiada de uma reaparição dos Beatles, por uma única ocasião que fosse.
Ficou a lenda, para a eternidade. Como sempre acontece "àqueles que por obras valerosas se vão da lei da morte libertando"...
Muito bem.
ResponderEliminarA Imprensa, na altura, recusou sempre pronunciar o nome do monstro que tirou a vida a Lennon, para que este continuasse a nã ser ninguém, para não lhe dar a notoriedade que ele, o estafermo, ambicionava.
ResponderEliminarQuarenta anos volvidos, vejo escarrapachado o nome desse inominável ser maldito por todo o lado.
O meu eterno agradecimento a Lennon por tudo o que me (nos) deu e à IMPRENSA da época pela sua elevação e estatura moral.
Não percebo qual o interesse disto? É chover no molhado!
ResponderEliminarSeria melhor que se preocupassem com os vivos.
Estes já fazem parte da História. Foram grandes, são grandes e continuarão grandes.
ResponderEliminarOs vivos ainda têm um caminho a percorrer que, os tornará grandes ou, simplesmente os ignorarão.