sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Uma prenda de Natal*

Sinais positivos na procura de vacina contra a Covid-19 | Internacional –  Alemanha, Europa, África | DW | 16.07.2020


A pandemia está, em Portugal, na Europa e no mundo, a atingir os seus números mais impressionantes, em níveis incomparavelmente superiores aos da primeira vaga. Esta dinâmica, e as circunstâncias do Natal e do fim de ano que aí estão, fazem prever números ainda mais devastadores para o início do ano.


É assim por toda a Europa, onde cada vez mais países se fecham em confinamento total, e por todo o mundo. É assim também por cá, onde acaba de ser renovado estado de emergência. Pela sétima vez, e agora para o período de 24 de Dezembro a 7 de Janeiro.


 Sabemos que a carta-branca dada para o Natal se mantém no baralho. Que o governo só puxou do travão de mão para a passagem de ano.


Sabemos que Macron, o presidente francês, está infectado. E que estaria já infectado quando manteve encontros com outros líderes europeus, incluindo o nosso primeiro-ministro. 


É este o cenário com que nos confrontamos. Só não percebe a gravidade quem não consegue perceber nada. Só não vê, quem não quer ver.


Entretanto a vacina está aí. A vacinação já se iniciou no Reino Unido, na semana passada. E, nesta que hoje acaba, nos Estados Unidos. A Agência Europeia do Medicamento prepara-se para autorizar, já na semana que se vai iniciar, a aplicação de uma das vacinas, a da Pfizer. Também em Portugal, e na Europa, a vacinação vai arrancar ainda neste ano, mais cedo do que as melhores previsões de há poucos dias.


Um estudo de opinião publicado esta semana nos jornais indicava que apenas 61% dos portugueses estão dispostos a tomar a vacina, uma percentagem que não abre as melhores expectativas para a criação da imunidade. Outras partes do mundo haverá onde a resistência à vacinação será bem superior, especialmente entre os mais vulneráveis à desinformação e às teorias negacionistas.


Quer isto dizer que, depois da extraordinária rapidez com que a Ciência nos garantiu a vacina, e depois do heroísmo dos milhares de homens e mulheres que se disponibilizaram a testá-la, há na humanidade gente que, recusando vacinar-se, põe em causa todo esse esforço.


Claro que nenhum Estado deve ter o poder de obrigar os seus cidadãos a vacinarem-se. Num Estado de Direito Democrático isso não tem cabimento. Mas compete a cada Estado, é sua obrigação, promover o sentido cívico da vacinação, e desenvolver nas populações a consciência que a vacinação é uma responsabilidade de cidadania.


A duas semanas do início da vacinação, e com 40% da população sem interesse em vacinar-se, era importante que estivesse em preparação uma sólida, e para isso bem segmentada, campanha de mobilização para esta responsabilidade cívica que nos obriga a todos nós. Talvez fosse a melhor prenda para este Natal…  


* Da minha crónica de hoje na Cister FM

24 comentários:

  1. Acima de tudo é, efetivamente, uma responsabilidade de todos e espero que se perceba isso rapidamente.

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  2. Ninguém pondera a irresponsabilidade que é vacinar massivamente a população com uma nova tecnologia, não testada para efeitos de média e longa duração ? E cujas farmacêuticas obtiveram isenção legal de quaisquer efeitos adversos ?
    "Coronavirus vaccine: Pfizer given protection from legal action by UK government"
    https://www.independent.co.uk/news/health/coronavirus-pfizer-vaccine-legal-indemnity-safety-ministers-b1765124.html
    https://visao.sapo.pt/atualidade/sociedade/2018-08-07-descoberta-razao-pela-qual-talidomida-deu-origem-a-milhares-de-malformacoes/
    https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1383764/
    "The India HPV-vaccine suspension" https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(10)60881-1/fulltext
    "Correlation between Non-Polio Acute Flaccid Paralysis Rates with Pulse Polio Frequency in India"
    https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6121585/
    ... há muitos outros casos... então, como hoje, havia "especialistas" que absolutamente recomendavam a aplicação baseada em "ciência" e rejeitavam quem duvidasse da sua "religião".

    Baseado em "testes positivos" que:
    "The "Faulty" CoronaVirus Test Heats Up In The Canadian Parliament"
    https://www.bitchute.com/video/lxkl9bXknVY5/
    "Austrian MP Michael Schnedlitz Tests Coca-Cola in Parliament and it's Positive for Covid-19"
    https://www.bitchute.com/video/2UMHFAPzWQ1D/
    "Apple Juice Tests Positive For Covid19"
    https://www.bitchute.com/video/PUhf3CibivDY/

    Para um indice de mortalidade, que ainda não atingimos em Portugal a esta data, a pré-Covid mortalidade de 2018, sobretudo descontadas as mortes adicionais por falta de assistência e por "encosto" Covid a co-morbilidades (onde está a gripe sazonal) ?
    "Óbitos de residentes em Portugal"
    https://www.pordata.pt/Portugal/%C3%93bitos+de+residentes+em+Portugal+total+e+no+primeiro+ano+de+vida-15
    "Numeros da crise"
    https://www.pordata.pt/NumerosDaCrise

    Sou cristão, essa é a minha religião, não outra.

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  3. E que tal observar a irradicação comprovada de doenças mortais pela via da vacinação?

    E porque é que a maioria dos cidadãos que acredita na ciência têm que ficar expostos à consequência da doença só porque negacionistas, que até acreditam que a Terra é plana, causam danos em toda sociedade com as suas "teorias" ao transmitir a doença aos restantes?

    Está na hora de se arranjar o local do negacionismo para essas pessoas irem para lá viver, assim vivem como querem, permitindo o mesmo aos outros.

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  4. Curiosamente não refutou nenhum dos pontos que referi, será porque são oficiais e/ou verificáveis?
    Eu pelo contrário, não faço qualquer refutação de:
    a) Existe uma gripe predadora, quasi-mortal em certos grupos, designada de Covid-19 mas que pertence à estirpe gripal dos coronavirus, que ataca mortalmente os idosos e quem tem co-morbilidades; com mortalidade até 2x a gripe sazonal típica; e cujo significado estatístico diluído na população não me justifica o alarmismo mas não dispensando a protecção dos grupos de risco;
    b) Enalteço as vacinações tal como se implementaram no espírito da década de 50 (pós-guerra em que o propósito era >mesmo< a saúde das populações após os horrores na guerra) e que levaram à erradicação de algumas doenças - tomei-as eu, assim como tantos milhões. e em boa hora assim fiz.
    O meu ponto de discórdia é que a RESPOSTA ao virus possa revelar-se PIOR que o próprio virus na saúde e na economia, na vida, no desemprego, na perda de garantias e liberdades individuais. Essa crise antes de ser causada pelo virus, é causada pela RESPOSTA.
    O que já está acontecer sem precisar de vacinas.

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  5. Vulgo campos de concentração, para quem não concorda comigo, certo caro amigo nazi??

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  6. Será importante também garantir mais doses. enfim, é uma variável, que não está nas nossas mãos, mas a previsão de em três meses vacinar 10% da nossa população, não parece uma grande coisa.

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  7. Quanto à "terra ser plana" eu nem fazia ideia que era, pode elaborar ?
    Quanto às "teorias", sugiro questione os parlamentos que apresentei, e os organismos oficiais, terão todo o prazer em retratrar-se ?
    Quanto a "pessoas irem para lá viver", isso já foi inventado, chamaram-se "gulags" e "campos de concentração" ?
    Se não imponho a si que pense da mesma forma, o que lhe dá o direito de determinar o pensamento e a vida de outros ?
    Novamente refiro a unica religião que perfilho chama-se "cristianismo" não se chama "nova ciência".

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  8. Ok. Então o que propõe? Pior? Se nada se fizer o mundo como o conhecemos acaba e não se sabe o que virá. Do que se conhece e que refuta, já deu provas de um retorno à normalidade num período entre 6 meses a 1 ano.

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  9. Não imponho nada a ninguém, esperando que o façam o mesmo no que a mim respeita.

    A questão é disseminar uma doença na sociedade por opção. Isso não é impor o pensamento e não só?

    E deixe-se de tretas de campos de concentração, não fui eu que falei neles, e o que não falta no mundo são migrações motivadas pela escolha dos locais onde as pessoas se sintam melhor.

    Quanto à religião, não é assunto para questões sanitárias, a saúde está acima de qualquer religião ou opinião e não colide com qualquer dos assuntos.

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  10. Não sou adepto da inacção e reconheço o esforço de contenção: reconheço menos a clarividência das medidas - definitivamente há que proteger os grupos de risco.
    "O mundo como o conhecemos acaba" - bom, não creio, a este ritmo se tivermos 5000 óbitos anuais, ou mesmo 10,000, considerando que somos 10 milhões em Portugal, estamos a falar em algo como 1,000+ anos para a extinção (se alguém vivesse tanto tempo e não houvesse nascimentos)...
    Não vou atrás do fatalismo da lavagem ao cérebro feita pela televisão, que só vende medo após receber milhões do Estado para o efeito.
    Mas não deixo de concordar consigo na necessidade de proteger os grupos de risco, e o SNS - que nunca se encontrará preparado para dar atendimento a qualquer acréscimo significativo.
    Espero sinceramente que tenha razão quanto aos seis meses a um ano. Nunca antes uma gripe foi extinta excepto por mutação.

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  11. Deixo-lhe uma nota de esperança, daquelas-que-não-passam-na-televisão:
    Sabia há estudos que indicam que até 50% da população pode ter reacção imunitária e eventual imunidade ao dito Sars-Cov2 sem nunca antes ter sido exposta ?
    "Immune T Cells May Offer Lasting Protection Against COVID-19"
    https://directorsblog.nih.gov/2020/07/28/immune-t-cells-may-offer-lasting-protection-against-covid-19/
    "SARS-CoV-2-specific T cell immunity in cases of COVID-19 and SARS, and uninfected controls"
    https://www.nature.com/articles/s41586-020-2550-z
    "Covid-19: Do many people have pre-existing immunity?"
    https://www.bmj.com/content/370/bmj.m3563
    ... A amostra utilizada - é e não é - significativa, mas é prometedora.

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  12. Neste caso terá razão, mas os outros casos que ignora e fala em campanha de mobilização para a responsabilidade cívica que nos obriga a todos nós?

    Esta frase chamou-me a atenção:
    "Só não percebe a gravidade quem não consegue perceber nada. Só não vê, quem não quer ver."

    O problema é quando as pessoas a quem esta frase se aplica são mais do que parece. E fala em sentido cívico e cidadania. E que tal também fazer a sua parte, visitar e comentar outros blogs que falam em assuntos pertinentes e "metem o dedo na ferida".
    Não há assuntos importantes no seu blog, mas assuntos importantes onde quer que estejam. Quase tudo o que se faz é feito por interesse e não por valores ou princípios e sabe disto.

    Você é um dos especiais, quer comentários mas não quer comentar. E como disse que há blogs com vários autores e depois multiplicam os comentários, se quer comentários para fazerem número, eu já lhe dei uma ajuda e posso dar-lhe mais, quantos comentários meus quer? Além disso como sabe você é um dos que pertencem ao "top 3", não se pode queixar, pense nos outros que falam em assuntos importantes.

    Falou em Estado de Direito Democrático, mas parece que não sabe que isto não existe sem transparência, chega de teoria, por vezes os poderes cometem abusos devido à opacidade. As regras não se cumprem apenas por estar escrito que devem ser cumpridas e penso que sabe isto. No reino da opacidade muito pode acontecer.

    Não temos uma sociedade solidaria mas cada um por si e muita hipocrisia.

    Mas se eu estiver errado, não se cale.

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  13. Que visão simplista a regressão linear, 10000/ano, sem nascimentos temos 1000 anos.

    A palavra exponencial diz-lhe alguma coisa? E as mortes a esse ritmo não interessam? E depois, coisa chata, mesmo com medidas de meio termo para a economia não colapse, as mesmas não são viáveis por muito mais tempo. A crise agrava-se a cada dia que passa. Convém haver a inversão da situação enquanto a mesma ainda for possível.

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  14. É simplista, é verdade.Mas a consequência exponencial é verdadeira para certas faixas etárias e de co-morbilidades, passado o que, a restante população não é afectada com idêntico grau de severidade, e, ou já era imune, ou desenvolve imunidade por tempo a determinar que sabemos já não ser inferior a 6 meses por ser o tempo transcorrido à altura dos estudos.
    https://sicnoticias.pt/especiais/coronavirus/2020-11-21-Estudo-britanico-sugere-que-imunidade-a-Covid-19-dura-seis-meses
    Todas as vidas interessam.

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  15. Em parte tem razão... falta-lhe é muita informação:
    Malária - 64 anos de testes, incluindo uma vacina que matou mais de 60000 pessoas;
    Tétano - 37 anos até obterem a vacina que usamos nos dias de hoje;
    Sarampo - 55 anos de testes, até à vacina que funciona, desde os anos 80.

    Como pode notar, não está ali a gripe (o influenza e companheiro hxny), pois as vacinas são testadas, durante 27 meses, antes de serem aprovadas. No próximo mês de Março será aprovada a vacina da gripe a aplicar entre Outubro de 2023 e Fevereiro de 2024. Como nota os testes vão continuar e se algo surgir (como aconteceu com a vacina covid australiana, que criou 85% de falsos positivos ao HIV e Cólera), existem outras na mesma fase de testes.
    Esta, usa um sistema ainda raro nas vacinas humanas: o mesmo sistema usado no combate à Leishmaniose dos animais domésticos. Há muito poucos estudos sobre como é que o nosso sistema nervoso se comporta, a longo prazo com a forma usada para o combate. Imagine que daqui a 2 anos, o nosso corpo começa a combater as proteínas vegetais... pensando que são inimigas. É algo que é possível de acontecer, pela forma que estão a ensinar o sistema imunitário a enfrentar o Sarscov2. Neste momento nem se sabe se a imunidade dura 3 meses ou 3 anos... ou dura 30 dias numas pessoas e 20 anos noutras.

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  16. O problema é a produção. Veja o caso americano que estão a pagar 650% do preço de cada vacina, para obterem 250 milhões de vacinas até ao fim de Janeiro de 2021.
    Além disso, chegavam 20 milhões de vacinas a Portugal, onde as iria guardar, com condições de 70 graus negativos e o limite de 5 dias para as aplicar nos pacientes?
    Existiu um estudo que previa que um gasto de 86000 milhões de euros, usando o nosso SNS, farmácias e entidades privadas de saúde, seria possível vacinar 90% da nossa população, entre 70 a 90 dias, utilizando camiões alimentares para a distribuição das vacinas. Este valor era superior ao que a Troika nos emprestou, em 2011!!!!

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  17. Acredito! O verdadeiramente importante já foi feito! A descoberta! O resto, mais coisa menos coisa, irá acontecer! Até porque nem todas as vacinas vão necessitar desta logística!

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  18. Ainda se sabe muitíssimo pouco sobre este vírus. O melhor exemplo é que 9 em cada 10 pessoas (e muitos aqui do blog, como o escritor é capaz de ser) nem sabem o que é o período de incubação. Sabem usar um motor de busca para ler a definição, depois não sabem mais nada... não aprenderam. Existe situações PARVAS, como foi o Iniciativa Liberal (e o CDS) a exigirem 10 milhões de testes covid-19 na mesma semana!!! Ora bastava lembrarem-se do Cristiano Ronaldo, que fez um teste na segunda-feira, deu negativo. Fez outro na terça e deu positivo.
    Outro problema é que 95% das vacinas "apresentadas como super eficazes e que davam imunidade por 5000 anos", acabaram no caixote do lixo com mais de 7000 milhões de dólares deitados fora. As que passaram, tal como a Pfizer, já estão a ver a bula a ser alterada, pois começaram a surgir situações que não tinham aparecido nos testes. Mais de 7000 britânicos tiveram reacções adversas (desde a erupção cutânea até a um AVC) à toma da vacina, que não estavam registados. Isto em pouco mais de 100000 vacinas. Uma média de 7% de reacções adversas daria para a suspensão da vacina, se fosse noutra situação. Pior, só daqui a 2 anos e tal é que se pode ter ideia dos efeitos a longo prazo, pois a vacina usa um método muito diferente da da gripe. Existe o perigo de quem tomar a vacina vir a desenvolver alergias graves e choques anafiláticos para coisas simples como proteínas vegetais, proteínas animais ou coisas como o ibuprofeno e paracetamol, usados em 88% dos medicamentos e suplementos existentes. É por isso que quem leva a vacina vai ter de registar 24 a 36 meses das reacções e andar a fazer teste antigénio, para confirmar quando perdem a capacidade de combater o vírus. Neste momento a vacina está a ser vendida como se fosse o fim da pandemia... não é. Só em 2026 é que a vacina da gripe poderá incluir forma de combater este tipo de vírus. Se for preciso, todos os anos será necessário vacinar toda a gente... ou a cada 6 meses receberem 2 doses.
    Neste momento muito pouco se sabe sobre o vírus e sobre a forma de o enfrentar.

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  19. Não sei se está errado pela simples razão que não percebi nada do que escreveu.

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  20. Eu sei muito pouco, mesmo pouco mais que nada, sobre este vírus. O caro leitor saberá o que sabe, ou o que julga saber. Provavelmente pouco também. Mas não tem dúvidas que"se sabe muitíssimo pouco sobre este vírus".
    A mim, conforta-me saber que há quem já saiba muito sobre tudo isto, que não tenho de ser eu nem o senhor. São as pessoas que devem saber, que detêm conhecimento e a que se chama cientistas. E conforta-me que haja instituições oficiais de Estados de Direito que têm conhecimento e competências para analisar e validar os seus resultados.

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  21. Bem que eu tinha razão quando disse:
    Esta frase chamou-me a atenção:
    "Só não percebe a gravidade quem não consegue perceber nada. Só não vê, quem não quer ver."
    O problema é quando as pessoas a quem esta frase se aplica são mais do que parece.

    Já deixei de acreditar no "Pai Natal" há muito tempo. E contra factos não há argumentos! E claro a Cister FM e os interesses.

    Mas como estamos na terra dos "cegos", pode continuar a dar lições de moral.

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  22. vamos ver...
    Nao alinho em campanhas negacionistas.
    E de toda a forma em termos de vacina, prefiro ficar para ultimo...talvez já nem seja necessario. E nao estou a ironizar. Realmente, se os outros tomarem a vacina nem os infeto nem sou infetado. .
    Concretamente sobre esta vacina, cheira-me a negocio da china, e esta rapidez nao me incute confiança. Mas confio que se nao fizer bem, mal tambem nao fará.
    E quase esquecia a questao do post.
    Se existe uma catastrofe de saude publica, e unanimidade quanto á necessidade da vacina, admito perfeitamente devesse ser obrigatoria.

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  23. A sua visão é perigosa. Comparar o desenvolvimento de uma vacina do tétano ou até do sarampo com a tecnogia e amostragem que se tinham com o desenvolvimento das vacinas atuais, onde se inclui a da Covid 19 é completamente descabido e desproporcionado. Se tem receio da tecnologia de RNAm, aplicado nas vacinas da Pfeizer e Moderna, e que na verdade, ao contrário do que advoga, já é estudada há cerca de 30 anos, poucos argumentos sobrarão para o uso das vacinas de tecnologia conservadora, como é o caso da Johnson, amplamente utilizada noutros casos. A ignorância é seguramente mais letal que a utilização de vacinas.

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