
Percebeu-se desde que foi anunciado que o actual confinamento era a brincar. Talvez pelas mesmas razões que a abertura dada para o Natal, que todos os partidos, e não só o governo, promoveram, mesmo que dias depois reclamassem contra a decisão. Mas não seria de esperar que os portugueses brincassem tanto com ele.
O que aconteceu no fim de semana, com os paredões das praias apinhados de gente, e as esplanadas cheias que nem um ovo com serviço ao postigo, como se não tivessem visto filas de ambulâncias à entrada dos hospitais, como se o país com mais infecções diárias da Europa, e o segundo do mundo, não fosse o nosso e fosse outro qualquer num outro recanto do planeta, é, no entanto e infelizmente, mais que de gente a brincar com o fogo. É mais que de gente ignorante e irresponsável, é de gente feita apenas de umbigo, indiferente a tudo o que se passa à volta e a qualquer noção de comunidade. É gente desprezível que despreza toda a gente!
E quando assim é, quando assim somos, bem podemos culpar governos e instituições... Podemos até culpá-los por sermos assim...
Os que não querem confinar, é deixa-los ir para o paredão passear.
ResponderEliminarDepois, é muito bem feito que fiquem na fila de espera do hospital !
Gente estupida, não merece mais...
Tou farto de portugas nharros!!
Os portugueses não são uma raça à parte (bem pelo contrário, até somos uma mistura de raças). Não somos mais ou menos inconscientes que outros povos europeus ou que o povo americano que é a pouca vergonha que todos sabemos. Talvez a culpa não seja exclusivamente do povo mas sim de quem nos governa (e não só estes pois se PSD estivesse no poder teria sido a mesma palhaçada ou pior). Afinal já há meia dúzia de ministros infectados... E o próprio presidente esteve infectado... Onde é que se foram infectar? Terá sido inconsciência e irresponsabilidade da parte deles?
ResponderEliminarE nem vale a pena falar de um certo deputado que organizou um comício com 170 pessoas este fim de semana enquanto a maioria do povo esteve fechado em casa...
Temos um PM "poucochinho" (a definição é do próprio e não minha) qual é a surpresa?
ResponderEliminarPedro Cunha
A culpa é sempre dos outros.
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