
Apesar da sua provecta idade Joe Biden vem dando mostras que não chegou à presidência da América para passar uma velhice tranquila (nunca o seria), mas para exercer o poder no ainda mais poderoso país do globo, afirmando-lhe essa condição.
Chamar Putin de assassino é provavelmente a mais veemente afirmação do poder da América que Biden está a recuperar. Podem colocar-se reservas do ponto de vista diplomático, e podem até levantar-se questões de substância jurídica. Mas, do ponto de vista político, esta acusação estrondosa não é só inatacável como é a todos os títulos saudável.
É preciso que alguém diga a Putin que é um assassino. Que tem matado na Rússia, na Bielorrúsia, ou na Ucrânia. Que matou barbaramente na Síria. E que tudo faz para sabotar as democracias por todo o mundo, procurando sistematicamente minar e manipular os mais decisivos processos eleitorais do ocidente. É preciso alguém que diga que não tem medo de Putin. E é preciso alguém que lhe diga sem meias palavras que está de olho nele.
E só Biden disse isso. "Make America great again" é isto. Não é uma mera expressão panfletária estampada nos bonés com que Trump cobria a cabeça curvada e reconhecida a Putin.
Quanto não se sabe o que se diz, diz-se o que não se sabe.
ResponderEliminarO Putin(nhas) pode ser um grande mariconso, mas o povo russo é um povo antigo e valente, e nenhuma força humana o vai vergar, muito menos a força da ignorância e da insensatez (palermice).
Respeito, frontalidade e honra, mas saberás lá o que isso é e segnifica.
E se metesse a homofobia onde o sol não brilha?
ResponderEliminarPutin é um assassino. E Joe Biden não é um assassino? Donald Trump não é um assassino? Hillary Clinton não é uma assassina? Barack Obama não é um assassino? George W. Bush não é um assassino? Bill Clinton não é um assassino?
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