Depois de não ter pago a quem devia, o banqueiro João Rendeiro não vai também pagar pelos crimes que cometeu, e por que foi condenado. E continua a ser - depois de condenado a dez anos de prisão que deveria começar a cumprir a partir de amanhã, acabou ontem de ser condenado, pela terceira vez, a outra pena de três anos e meio...
Fugiu - em legítima defesa, diz ele. Não há fugas legítimas, mas há fugas permitidas. Esta foi uma delas, curiosamente dada a conhecer no dia em que voltava a ser condenado a mais uma pena de prisão efectiva. Ainda não é desta que um banqueiro é preso em Portugal, depois de tudo o que se tem visto que tantos fizeram.
O mais chocante é que se trata uma fuga anunciada. E pelo próprio. Mas nem isso levou a Justiça portuguesa a achá-la provável, e a determinar medidas para a evitar. E para evitar mais um passo gigante na sua própria descredibilização. Mais um, apenas mais um!
Com todos estes "feitos" da (in)justiça a nível nacional, à porta dos tribunais em vez da imagem da justiça com a balança e de olhos vendados deveria passar a existir um grande outdoor com o seguinte: WELCOME TO PORTUGAL.
ResponderEliminarmais um (passo), e outros continuarao, é mais do mesmo.
ResponderEliminarAté para nós comuns estes assuntos cansam, enojam. Mas acostumados.
Nao sei se tem interesse para si, mas no momento o sapo está com a noticia de que a juiza explica tudo detal_adamente.
bem me parecia _aver mais, neste momento tambem no Sapo : uma sen_ora nazi fugiu agora do julgamento. ela tem 96 anos
ResponderEliminarQue pena o povo português não ter podido fugir, em legítima defesa, ao pagamento do descalabro que os bancos cometeram, pelos vistos de forma criminosa, pelos seus gestores de topo.
ResponderEliminarÉ que o povo português não só não pode fugir, sem ser julgado ainda está a pagar por isso e estará durante muitos anos, mas, ainda assim, foi acusado de ter vivido acima das suas possibilidades.