Primeiro de Outubro, o dia da libertação - dizem. Talvez por isso a sua chegada tivesse sido comemorada pela noite fora, logo a partir da meia noite. Ou não tivessem reaberto os bares e discotecas, com longas filas à entrada, ano e meio depois. Os que conseguiram reabrir, dos quais não se sabe quantos irão conseguir manter-se abertos por mais tempo.
Mas esta noite não se pensou nisso. Nem na próxima, nem na próxima... Até porque o fim de semana, com uma ponte que o prolongará até meio da próxima, parece desenhado à medida da folia, dos copos e da batida. Forte.
Como uma moeda, este 1 de Outubro tem duas faces. Se numa está a festa do regresso da noite, na outra está o desespero do regresso das contas a pagar. Abrem bares e discotecas, mas encerram as moratórias, o mesmo tempo depois. E aí a batida é outra. E não é menos forte!
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