O plebiscito a Alberto João Jardim correu como de costume. A Comissão Nacional de Eleições diz que detectou irregularidades – pediu até a intervenção da polícia -, todos os partidos da oposição reclamam de irregularidades em barda. Carros da Empresa de Electricidade da Madeira andaram numa roda-viva, não a reparar avarias na rede eléctrica mas a transportar eleitores. Carros do governo regional e dos municípios seguiram-lhe as pisadas. Para que as pessoas votassem, para combater a abstenção. E, para que votassem bem, sem se enganarem evidentemente, muitas dessas pessoas foram acompanhadas até à cabine de voto.
A democracia na Madeira é assim: liberdade de expressão, liberdade de imprensa e eleições livres, decididas pelo voto secreto e exercido nas mais amplas condições de liberdade!

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