domingo, 10 de outubro de 2021

Há 10 anos

O retrovisor da vida: olhando para trás e vendo coisas boas


Uma decepção enorme. O que se dizia fácil, afinal não era|


Paulo Bento não tem culpa de nenhum dos jogadores portugueses atravessar momentos exuberantes de forma. Também não tem culpa que Pepe, Coentrão e Hugo Almeida (sim, é o que temos) estejam incapacitados. Não tem seguramente toda a culpa que Raúl Meireles nunca tenha jogado tão mal, que Moutinho - de quem se diz não saber jogar mal – não esteja a jogar nada, ou que Danny tenha feito não sei o quê para não vir. Mas terá alguma!


E Paulo Bento tem culpa – toda a culpa – quando apresenta uma equipa com Hélder Postiga. E com João Pereira. E com Rolando. Tem culpa quando deixa de fora um jogador como Bosingwa. E tem a máxima culpa quando diz que não precisa dele porque está bem servido. E tem a máxima culpa quando coloca a sua mania de mauzão acima dos interesses da selecção. Refiro-me a Ricardo Carvalho, como é evidente! Não é rijo quem quer, é rijo quem pode, e Paulo Bento, aqui, não pode. Simplesmente não pode!


Nunca a selecção jogou tão mal como nestes dois últimos jogos. Nem nos dois primeiros jogos deste apuramento, que eram os tais da desgraça e dos tempos que tinham ficado para trás, enterrados nas culpas de Carlos Queirós.


Assim não, Paulo Bento. Assim não!

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