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Mais uma exibição deplorável, a do início desta noite, em Vizela, bem na linha das que se vêm sucedendo. O que se passou hoje, não é diferente do que se passou há uma semana, na Trofa. Salvou-se o resultado, em ambos os jogos. Há uma semana, com o golo de André Almeida, no prolongamento; hoje, com o golo de Rafa, no último minuto. No minuto 8, que prolongava os sete de compensação, de que se não jogou no primeiro, e onde o treinador do Vizela ainda fez uma substituição, daquelas que são mesmo, e apenas, para "roubar" tempo ao jogo.
O futebol de Jorge Jesus está esgotado, e é hoje muito fácil de anular para qualquer adversário. Lento, repetitivo e sem intensidade. Passes para trás e para o lado, com o jogadores agarrados à relva como se fossem bonecos de uma mesa de matraquilhos. Sem presença na área, e sem linha de fundo, com os defesas adversários de cadeirinha, sempre de frente para a bola.
Foi assim toda a primeira parte, em que o Benfica rematou pela primeira vez à baliza já a primeira meia hora tinha ficado para trás. E já o Vizela tinha rematado uma serie de vezes. E, mesmo com alguns jogadores a soltarem-se um pouco mais dos varões a que estão agarrados, pouco diferente na segunda. É confrangedor ver a bola a circular entre os centrais e os médios centro, para trás e para o lado, com os jogadores da frente parados, a assistir impávidos e serenos. É confrangedor ver cantos e livres laterias sempre marcados da mesma forma, com os adversários sempre a saberem onde a bola vai cair, e a limitarem-se a esperar lá por ela.
Depois, claro. O tempo vai passando, os adversários vão constatando que o tigre é de papel, que não assusta ninguém. E acreditam, acreditam cada vez mais. Hoje os do Vizela acreditaram tanto que nesse último minuto quiseram sair para o ataque, como tinham acabado de fazer. Um deles escorregou e a bola ficou ali à mercê de Radonjic, que a meteu em Pizzi (ambos entrados na segunda parte, como ainda Gonçalo Ramos, Taraabt e Everton) na direita que, com a defsa vizelense em contra-pé, assistiu Rafa como só ele sabe.
Objectivamente, não tivesse sido aquela escorregadela, lá tinham ficado mais dois pontos. Coisa que, de resto, o Vizela fez por merecer.
O futebol do Benfica está em queda livre, e a desmobilizar os adeptos. Hoje o Vizela tinha mais adeptos nas bancadas que o Benfica. Nunca acontecia, em estádios que não os dos dois grandes rivais, ou o de Guimarães, os adeptos da casa superarem em os benfiquistas. Mas já está a acontecer. E isto deve querer dizer alguma coisa. Jorge Jesus não vê nada disso. Vê um campeonato competitivo, e os treinadores portugueses como os melhores do mundo.
Esperemos que Rui Costa possa estar a ver outras coisas, em vez dessas. Que veja o rumo que o futebol da equipa tomou. Que veja o estado de forma da totalidade dos jogadores, em que apenas se salvam os centrais, e Rafa. Que veja como estão a ser queimados certos jogadores, e levados ao colo outros. E que veja como está em causa o futuro do Benfica com o que está a acontecer aos jogadores da formação. A continuar assim, em pouco tempo não há miúdos a quererem fazer a sua formação no Benfica. E os que lá estão vão querer ir embora depressa.
Que veja também as deploráveis conferências de empresa do mister. Como a de hoje. E que olhe para o calendário para ver como aquele produto esgotou há muito o seu prazo de prazo de validade.
Como benfiquista senti vergonha do meu clube, na conferência de imprensa depois do jogo de Jorge Jesus. Aquilo foi qualquer coisa de inenarrável, vergonhoso mesmo. Apesar de não gostar de Sergio Conceição, gostava de ver a reação dos jornalistas se fosse ele a responder da forma que JJ respondeu
ResponderEliminarUm golo aos 97 minutos vale o mesmo que um golo aos 30, aos 40 ou aos 50 minutos, neste caso valeu 3 pontos, que era o mais importante.
ResponderEliminarÉ um facto que o futebol praticado está aquém do desejável, mas também não é assim tão miserável como se pretende fazer crer... O futebol é um lugar estranho, como se diz na grandiosa enciclopédia do ludopedio... Quem diria que a Roma de Mourinho levava 6 de uns noruegueses completamente desconhecidos, que ontem ao intervalo havia adeptos do United a abandonar o estádio ou que o Flamengo, que ainda há pouco mais de 2 anos, treinado pelo "incapaz" do JJ, ganhou praticamente tudo o que havia para ganhar, estaria agora em terceiro a 13 pontos do primeiro...Tirando o Chelsea, o City, o Liverpool e o Bayern, que jogam um futebol entusiasmante e eficaz, todos os outros andam a fazer pela vida, tal como o Benfica...
O Rui Costa saberá melhor que eu, mas talvez tenha chegado a altura de retomar a velha tradição de contratar treinadores estrangeiros, um alemão talvez...
E Pluribus Unum.
O Benfica sempre foi um clube sui generis , onde se contestavam não só as derrotas, como também as vitórias…Se por um lado isto pode ser encarado como um sinónimo de exigência, por outro, não passará certamente, de uma utopia irrealista.
ResponderEliminarRecordo o já distante ano de 1987, John Mortimore, um treinador então muito contestado, apesar de se ter sagrado campeão, foi despedido, porque vencia sempre pela margem mínima, 1-0, 2-1 e porque fazia sempre as mesmas substituições a 10 minutos do final do jogo. Para o seu lugar foi contratado um dinamarquês chamado Ebbe Skovdahl, que por cá não ficou nem seis meses…
Na época de 1993/94, num contexto dificílimo, após as saídas de Paulo Sousa e Pacheco para o SCP, Toni foi capaz de reconstruir uma equipa que se sagou campeã…No final da época foi premiado com o despedimento e substituído por Artur Jorge, que desmantelou um plantel campeão, substituindo jogadores com provas dadas, por outros de qualidade duvidosa e que não ganhou rigorosamente nada ao serviço do Benfica enquanto treinador…
Dos benfiquistas não se espera que sejam nem amorfos nem acríticos, mas que entendam que o balanço far-se-á no final da época, não vá a emenda sair pior que o soneto…
Ontem fiquei duplamente feliz, primeiro por termos trazido os 3 pontos de Vizela e depois porque na liga revelação, vencemos em Alcochete o nosso histórico rival por 3-1, numa clara demonstração de que o talento ainda mora no Seixal…
E Pluribus Unum.
penso que o problema do JJ e que ele durante o jogo e esta sempre a gritar para dentro do campo a pressionar os jogadores ..penso alguns deles nao gostam da forma dele proceder
ResponderEliminarele JJ continua com sempre? nos jogos com os grandes devia de mentelizar os jogadores a
nao desanimarem quando estao empatados ou com o bayern quando esta a perder po 1-0
ele jj nao sabe ..ele se nao mudar ele nao vai chegar ao final ...os socios e adeptos vao contesta-lo ate ele ir a pesca ..ele nao tem classe para responder aos jornalistas na conferencia..veremos o que acontecer a ele e ao BENFICA...SEMPRE
Penso que a hiperatividade do JJ, no banco, serve apenas para se mostrar e para nos fazer crer que já está para além do seu prazo de validade. Deixe-mo-lo terminar o contrato e minimizemos as suas decisões relativamente aos jovens jogadores. Um treinador que pensa que sabe tudo, que despreza a sua autoformação, que não é humilde não serve para o Benfica. Só serve para olhar para o seu umbigo, para culpabilidade terceiros - qual será a desculpa que para aí vem?
ResponderEliminarUma pessoa assim não pode colaborar na formação de jovens!
Taremi sempre que disputa a bola com um guarda redes que lhe sai aos pés promove sempre o choque e cai, ontem Darwin numa situação igual saltou para evitar o choque...Temos que deixar de ser ingénuos
ResponderEliminarPedro Cunha
es javardo como o conceicao
ResponderEliminarVai á merda porco
ResponderEliminarVolta piscinas!
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