Não sou católico, nem homem de fé. Mas nada disso me impediu de cultivar uma enorme admiração pelo Padre Feytor Pinto, com quem tive o privilégio de durante muitos anos conviver em muitas e diferentes circunstâncias.
Perdemos um grande pensador, um grande homem, um cidadão de corpo inteiro e um grande padre. Uma fonte de sabedoria, serenidade e tolerância. E de ternura, sem dúvida!
Foi na cidade da Beira em Moçambique na década de 70 que o padre se fez notar chamando a atenção da situação humilhante dos africanos colonizados.
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