
Demitiu-se o passageiro que seguia no banco de trás de um automóvel que seguia em excesso de velocidade, e de luzes de emergência ligadas, quando atropelou mortalmente um cidadão. Era também passageiro do governo, onde seguia no banco da frente, à pendura.
Na altura da demissão, o passageiro, que nunca deu nota de qualquer solidariedade com a família do cidadão morto, nem com o motorista que então o conduzia, não poupou na solidariedade com o motorista do governo e à sua família.
Que, seis meses depois, o passageiro se tenha demitido para não prejudicar o motorista do governo e a sua família, diz tanto sobre o passageiro como sobre o motorista. É o calculismo político ao volante, mas em contra-mão.
ao menos tem graça, e o humor nao se comenta
ResponderEliminarO passageiro Cabrita mostra as suas qualidades de homem ao deixar o motorista pendurado, vergonhoso.
ResponderEliminarE 40% do povo continua a dar nota positiva a isto.
ResponderEliminarDois escroques,qual deles o pior: Costa e Cabrita!!!!!!
ResponderEliminarDe facto é incompreensível e dá que pensar do que é feita a nossa real sociedade.
ResponderEliminarNa Tugolândia as leis são para aplicar de duas maneiras diferentes: se és um "zé ninguém", "já foste"...
ResponderEliminarSe, pelo contrário, tens algum "estatuto", "já te safaste"... e ainda levas um tacho novo quando a poeira assentar...
Eu acrescentaria que a atitude do passageiro e do motorista diz tanto sobre os portugueses quando são automobilistas e quando são peões. Quando são automobilistas queixam-se que são vítimas de caça à multa, quando são peões queixam-se que as autoridades nada fazem para tirar os carros de cima do passeios.
ResponderEliminarE este caso também diz muito sobre as redes sociais. Se a vítima tivesse sido atropelada por um um zé anónimo, não existiriam tantos posts, tantas notícias, tantos comentários a comentar a notícia, tanta gente muito mais interessada descarregar a sua raiva sobre o ministro.
A família da vítima no fundo é a que mais sofre com o caso e, no final é que mais sai prejudicada e é por ela que a justiça deve fazer tudo.
Aliás se é para falar de vítimas veja-se a diferença entre a morte de Sara Carreira e a morte de Nuno Santos para percebermos o que está em causa se, por acaso fosse o ministro ao volante do carro que vitmou a cantora e o Ivo Lucas ao volante do carro que atropelou Nuno Santos.
Para que conste, não pretendo tirar ou aligeirar a culpa do ministro, aliás é minha convicção que Eduardo Cabrita tem a responsabilidade de permitir ou ordenar ao motorista para circular acima do limite estabelecido, sendo que o motorista, ao cometer a infração, também não devia circular à esquerda com a faixa da direita livre.
Talvez o simples facto de circular à direita tivesse evitado o desfecho trágico. E isto é uma chamada de atenção para quem não quer saber desta regra e, infelizmente, são muitos.
a primeira exclamaçao foi m.....
ResponderEliminarVamos lá ver ó inocentes :
um tipo atravessa no semaforo vermelho, é atropelado. O condutor só ia a 40, é absolvido.
Um tipo atravessa no semaforo vermelho, é atropelado. O condutor como ia a 80, é condenado ?
Está tudo maluco ? Foscase !!!
e tomem lá mais esta, que é real, aconteceu.
ResponderEliminarUm tipo tinha a mania de caminhar na autoestrada e no meio do transito. Esteve hospitalizado, nao só porque foi feridos vezes, como no hospital psiquiatrico.
Acabou mortalmente atropelado.
entao, se o condutor ia a 120 nao é condenado mas se ia a 125 é condenado ?
Assim como quase 40% do povo português insistiu em continuar a votar na coligação PSD/CDS em 2015 depois de todo o mal que a mesma fez ao país, com Miguel Relvas, Miguel Macedo, Paulo Portas e toda essa escumalha.
ResponderEliminarE quem é que no seu perfeito juízo anda a 80 km/h numa localidade, onde o limite é de 50 km/h? Se for apanhado fica sem carta.
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