Pinto da Costa veio hoje pedir às televisões que passassem, sem comentários, não sei quantos penaltis que Duarte Gomes assinalou a favor do Benfica nos últimos anos e o que ontem não terá assinalado sobre o Belluschi, que não teve sequer qualquer influência no resultado. O Porto ganhou – contra dez, mas ganhou – por dois a zero!
Não tenho grandes dúvidas que, pelo menos a Sport TV - mas mesmo a RTP – lhe farão a vontade. Não será é sem comentários!
O que Pinto da Costa não coloca na encomenda é o penalti no Dragão assinalado ao Yebda, que decidiu a vitória do Porto e afastou o Benfica do título. Nem o da Figueira da Foz, no ano passado, que lhe deu a vitória e precioso amparo para o arranque da época, quando o Benfica era empurrado para longe por arbitragens escandalosas. Nem o de Guimarães, no jogo inaugural desta liga, para aproveitar do empate encarnado em Barcelos e repetir a época passada.
Isto sem o mínimo esforço de puxar pela memória, para não tornar este texto ilegível. De tão grande e monótono!
É estranho que Pinto da Costa – notável desta lista de gente extraordinária, onde já bisa – surja agora? Não, não surpreende ninguém. Ele sabe quando e como tem que aparecer. É cirúrgico!
Como também sabe fazê-las sem sequer aparecer. Alguém se lembra que, no mesmo dia do derby, um jornalista da TVI foi ameaçado e insultado por Pinto da Costa e agredido pelos seus capangas?
Provavelmente alguns lembram-se vagamente de qualquer coisa. Porque para comunicação social – e em particular para a desportiva – não se passou nada…
Num dos expoentes do corporativismo, nem mesmo quando a vítima é jornalista!

Naturalmente que vão passar e com lôas e vassalagem como é habitual.
ResponderEliminarBasta ver e ouvir os jogos que passam nos vários canais, desportivos ao não, em que tem que aparecer sempre, da parte dos relatores ou comentadores uma referência ao FCP, arranjam sempre maneira de mencionar e de forma positiva, enquanto tratando-se de outros, no caso jogadores, são simples internacionais Portugueses, há sempre maneira de agradar atendendo ao "his master voice" ou como diz a canção dos trabalhadores do comércio, que por acaso até são da cidade do Porto "ou estás quietinho ou levas no focinho".