
Há poucas semanas foi um grupo de comunicação social a sofrer um ataque cibernético. A SIC, o Expresso e a Visão foram gravemente atingidos, e foi visto como um ataque à democracia e à liberdade, em particular à liberdade de expressão.
Agora foi a Vodafone, e as consequências foram ainda mais graves. Foi grande parte do país que foi gravemente atingido, com parte significativa das suas mais diversas instituições paralisadas.
A vulnerabilidade do país a estes ataques criminosos ficou desta vez bem mais exposta. E os portugueses tiveram agora a percepção da guerra instalada no ciber-espaço, e do problema central da ciber-segurança.
Enquanto se fala da iminência da guerra na Europa, a partir do conflito russo-ucraniano, parece que se esquece que esta guerra sem tiros nem bombas já começou há muito. Sem que se fale em cimeiras de paz!
Sem comentários:
Enviar um comentário