
A guerra não começou esta madrugada, com a invasão generalizada da Ucrânia pelas tropas de Putin. Tinha sido formalmente declarada há três dias, estava há muito programada e tinha recebido luz verde no Verão passado, com o sinal dado pelos Estados Unidos na debandada do Afeganistão - o sinal da fraqueza em que Putin apostou, e que aguardava para garantir que o seu projecto totalitário se transformaria num passeio. Para já pela Ucrânia dentro...
Resta-nos a esperança que se repita a história de passeios que, por mais bem encaminhados que pareçam, acabam mal. Não nos restam muitas outras!
Aos ucranianos resta-lhes sofrer e resistir. E ensinar essa lição aos restantes europeus!
Veremos se os chineses aproveitam a confusão para anexar Taiwan.
ResponderEliminarSe a China quisesse (ou tivesse condições para) anexar Taiwan, já o tinha feito há 70 anos. Taiwan é uma ilha fortemente armada. Putin pode ser burro e meter-se em missões suicidas, mas Xi Jinping não o é. E também não me recordo da última vez que a China invadiu algum país, mas recordo-me da última vez que a China foi invadida: 1937, com consequências desastrosas para o povo chinês. E é burrice achar que um país grande consegue derrotar facilmente países mais pequenos, até porque exemplos do contrário é o que não falta, como o facto de os EUA nunca terem conseguido voltar a dominar Cuba ou o Vietname.
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