sábado, 30 de julho de 2022

Há 10 anos

RECORDAR O NO RECORDAR, ESTA ES LA CUESTIÓN | Alas de escritor


Esfumou-se num ápice a melhor possibilidade de uma medalha para os atletas portugueses. Com uma delegação desfalcada de medalháveis – uma onda de lesões dizimou a limitada frota portuguesa com possibilidade de alimentar esse sonho – os olhos voltavam-se para Telma Monteiro, a porta-estandarte da delegação portuguesa na cerimónia inaugural e a judoca portuguesa mais titulada em campeonatos da Europa e do Mundo, actual campeã europeia.


Foi afastada logo no primeiro combate, confirmando uma espécie de maldição olímpica. Desolada, foi lavada em lágrimas escondidas que pediu o apoio dos portugueses e que prometeu fazer o luto para rapidamente voltar às vitórias.


Por mim, todo o apoio. O desporto é assim, e os Jogos Olímpicos são também isto: lágrimas e desilusões que não abatem os campeões!

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