
Foi o segundo Presidente da República da História de Angola. Sucedeu a Agostinho Neto, em 1979, e manteve-se no poder por 38 anos (e mais cinco dias), tornando-se no Chefe de Estado de maior longevidade dos países africanos de expressão portuguesa.
Isso não diz tudo, a História de Angola diz o resto... E continuará certamente a dizer.
A comunicação social portuguesa, ao serviço da burguesia angolana, falou no falecido ditador angolano, mas não fala do antigo primeiro-ministro japonês democraticamente, e que foi assassinado num dos países mais pacíficos do mundo no mesmo dia em que o ditador angolano faleceu (e já foi tarde). Vergonhoso.
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