
Acabou de ser entregue o Orçamento de Estado para 2023 na Assembleia da República. Desta vez a tempo e horas, sem as rábulas habituais que invariavelmente obrigam as horas extraordinárias no Parlamento, e a esperas infindáveis de jornalistas e do próprio presidente da Assembleia da República até aos últimos segundos do último dia.
Fica por aqui, pela pontualidade, a única boa notícia confirmada do Orçamento. As outras, mesmo sem serem boas, parecem francamente optimistas.
Os objectivos centrais são o défice e a dívida, já se sabia. O défice de 0,9% será cumprido, seja lá como for. Com mais, ou menos, cativações será, como os anteriores, respeitado. Já trazer a dívida para 110% do PIB é menos certo, mesmo que a inflação dê uma ajuda. Tanto maior quanto maior é a dúvida que se fique pelos 4% previstos. Ou a que o PIB cresça 1,3%, com toda a Europa em recessão.
As dificuldades, essas, serão sempre muitas. Como estamos habituados. De resto, tudo bem. A concertação social concertou-se com os mesmos de sempre, e o Presidente Marcelo ficou satisfeito com o quadro macro-económico, em que tanto insistira, quando todos sabemos que essa é a parte da advinhação que se quiser que seja.
certo , mas com mais ou menos adivinhaçao, aqui e no mundo, nao só nao acontecem terramotos como tudo tem... concerto (de concertaçao ) , com os mesmos mas para ...todos.
ResponderEliminarvai tambem correr tudo bem
É a mesma ? Ou não é ? Sinceramente não sei.
ResponderEliminarAviso à navegação para quem sabe o que são a BlackRock e a Vanguard.
https://bkdata.com/business-bankruptcies/alexandria-louisiana/01-11-2022/blackrock-international-50015