
Foi preciso que a CEO da TAP fosse ao Parlamento para o ex-ministro Pedro Nuno Santos "reconstruir a fita do tempo" e lembrar-se que, afinal, teve conhecimento da indemnização à tal senhora. A tal que, depois de receber os 500 mil euros, ele nomeou para o topo da gestão da NAV.
Não tivesse a senhora Christine Ourmiéres-Widener ido à Assembleia da República dizer que o accionista tinha sido informado, e que tinha autorizado a indemnização, e Pedro Nuno Santos ainda continuaria sem dela ter tido conhecimento, e até a achar inaceitável, e de bradar aos céus, que uma empresa que vive com com dinheiro do contribuinte, e com o que cortou nos salários dos trabalhadores, possa dar 500 mil euros a alguém.
Se é sobre esta coluna vertebral que se ergue a esperança do PS, venha ela do lado direito ou do esquerdo, estamos entendidos...
Cada vez mais tenho a certeza que no PS é só escumalha... Não acertam uma... É preciso e urgente votar na esquerda a sério: Livre, BE e PCP.
ResponderEliminarde acordo.
ResponderEliminarNa esquerda ? A esquerda não conhece Deus.
ResponderEliminarMas Deus é misericordioso, e até para os esquerdalhas sempre existe a esperança de redenção: quando descobrem Deus, "chegam-se". E bem-vindos como os irmãos tresmalhados há muito perdidos!
Aleluia irmão!
Volta Salazar estás perdoado.
ResponderEliminarDeus não existe. Fique-se pela igreja que o Estado é laico.
ResponderEliminarSe gostas do Salazar só há uma forma de ires ter com ele.
ResponderEliminarAh ah ah, um verdadeiro ex-ministro de carroceis!
ResponderEliminar"Deus não existe". Bom, se Deus não existe, então o amigo também não acredita que tem alma. Se não tem alma, o que é que justifica a sua acção ? ou a ética ? Se nada mais existe, como pode justificar a sua existência e a sua acção que não seja para satisfação das suas próprias paixões ?
ResponderEliminarO que nos coloca uma excelente perspectiva sobre o estado e brilhantes prestações do mundo ocidental.
Não só isso, como essa lógica posiciona o Homem como medida de todas as coisas.
ResponderEliminarO que também tem corrido muito bem. Dois senhores de bigode em campos opostos no decorrer da WW2 também pensavam assim - e perseguiam a religião - e ambos ficaram para sempre conhecidos. Pol Pot, também. E alguns outros.
A questão não é, de todo, o Estado ser laico ou deixar de o ser. É o conjunto de valores aceites ou rejitados, enquanto individuos, e enquanto sociedades.
que queira especular sobre o esqueleto do Nuno, muito bem.
ResponderEliminarE até, bem, a conclusao a que chega.
Nao entendi, nem havia necessidade, e faz questionar o que pretende, é a afirmaçao que a tap vive do contribuinte, um afirmaçao disparatada -como muito bem sabe.
Tem toda a razão. O PS é o mesmo que o PSD, mas com ainda mais compadrio e falta de vergonha. Pelo menos quem vota no PSD já sabe, hoje em dia, que vota na Direita NeoLiberal. Já quem vota no PS está a votar na mesma coisa, apenas disfarçada de rosa.
ResponderEliminarÉ de facto necessário que Portugal faça o mesmo que a Irlanda está a fazer: uma revolta eleitoral contra o NeoLiberalismo. Lá a opção chama-se Sinn Féin, em Portugal é mesmo BE e PCP, partidos moderadíssimos nos dias que correm e que, se estivessem num país Nórdicos, estariam a governar, pois aquilo que propõem para Portugal é muitas vezes o que já lá existe.
Quanto ao Livre, eu diria que quem passa do PS para o L, está a dar um passo no sentido certo. Mas continua a ser um passo curto. Afinal de contas o Rui Tavares vendeu também a espinha dorsal ao PS a troco de um campanha em que chamou "intransigente" à Esquerda que o próprio Rui sabia que tinha TODAS as razões e mais algumas para chumbar aquele vergonhoso orçamento, uma vergonha só ultrapassada pela ainda maior vergonha que é o actual orçamento da "maioria" (que só teve 41% dos votos, só graças a mentiras, e que as sondagens provam que foram votos ao engano).
No entanto vê-se a crescer os Pinochetistas da ganza (IL) e os Pinochetistas da missa (Ch) à custa do PSD, e os votos do PS só estão a ir para a abstenção (aquele eleitorado teimoso que ou vota toda a vida na mesma cor, ou, se estiver mesmo muito chateado, como é o caso, prefere não votar em mais ninguém).
Assim, este rectângulo com 10 milhões de burros, for o meio milhão que vota à Esquerda (PCP/PEC, BE, e de certa forma Livre), já ia no mau caminho (só interrompido nos 3 primeiros anos da Geringonça), e prepara-se para agravar a asneira. Em vez de uma "maioria" NeoLiberal, vai passar a ter uma maioria Pinochetista e com cheirinho a facho.
E tudo isto sempre na aberração imperialista belicista genocida da NATO, e na outra aberração anti-democrática e disfuncional que tanto prejudica Portugal que é o €uro.
Morte lenta é o meu diagnóstico. Emigração foi o meu remédio. Agora estou num país onde, quando discuto política e defendo a mesma coisa que defendia quando votava no BE em Portugal, me dizem que ou já existe ou é defendida pelos partidos da governação de Centro-Esquerda.
Por exemplo, o Sistema de Ghent de promoção do sindicalismo, que é o garante de boa força negocial de quem trabalha. Resultado: muitíssimo mais sindicalismo (até 8x mais), muito melhores salários a troco de menos horas por semana, mais impostos para os ricos (muito mais carga fiscal que em Portugal), muito mais Estado (3x mais funcionários públicos), anti-offshore (em vez de um offshore na Madeira), e moeda nacional em vez da alarvidade do €uro.
Em Portugal quer a facharia, quer a burraria rosa, chama a isto "extrema" Esquerda...
Exemplo ainda mais concreto: em Portugal só PCP e BE exigiram (o Livre defendeu mas não exigiu, não exigem nada ao PS...) que os pensionistas da Suécia fossem taxados cá, uma vez que por um acordo existente, não eram taxado na Suécia. Como Portugal não fez a sua parte, o Parlamento Sueco por UNANIMIDADE votou o mesmo que PCP e BE exigiam. Agora os reformados Suecos que vivem em Portugal, pagam impostos na... Suécia.
E porque é que o PS decidiu assim? Por pre$$ão da Confederação do Turismo e do clube dos Senhorios e especuladores do Imobiliário. Tal e qual como um governo da Direita faria. De facto tens toda a razão que neste partidos (PS, e Direita) só existe escumalha. Escumalha que se quer governar a si própria enquanto desgoverna o país.
Mas escumalha existe em todo o lado. O que não existe em todo o lado, só nalgums países "especiais", é uma maioria tão grande de burros.
Perdi a paciência. Fugi desse hospício bafiento à beira-mar plantado. E não estou a insultar ninguém. Estou mesmo a chamar os burros pelo nome. Aliás, a ter de pedir desculpa a alguém, peço aos animais de 4 patas, pela comparação com esse povinho...
A "percepção de Deus" é uma experiência individual. E pouco ou nada tem que ver com o nome que lhe atribuem, ou as instituições que o reclamam.
ResponderEliminarA esquerda quer substituir Deus pelo Estado e por isso intencionalmente mistura os conceitos distintos de Deus, Igreja, instituições e actos humanos e sempre quer abolir a religião. Mas para muitos, como eu, Deus é um lugar no coração dos homens.
É irreconciliável.
Totalmente de acordo. Sobre o partido liberal - ou anarca capitalista - seria interessante que a imprensa, a começar por aquela coisa chamada "Correio da Manhã ", fizesse um escrutínio ao " curriculum " do atual líder do partido anarca capitalista, chamado Rui Rocha. Ia ser lindo! Este sujeito, tem o condão de ser o contrário de Midas, isto é, tudo que toca transforma-se em lata.
ResponderEliminarJá agora Sr. Carlos Marques, teria muito gosto em saber para que país emigrou, tendo em consideração tanta sinceridade da sua parte, ao ponto de me chamar burro. Obrigado.
ResponderEliminar...é a afirmaçao que a tap vive do contribuinte, um afirmaçao disparatada -como muito bem sabe.
ResponderEliminarQuerem ver que a TAP vive dos lucros que gera.
Tenha vergonha sff.
Mas essa esquerda esteve a alimentar este PS até este conseguir uma maioria absoluta para a mandar borda fora!!!!
ResponderEliminarÉ uma forma simplista e parcialmente errada de colocar a coisa, mas sim, a Esquerda cometeu um enorme erro ao não exigir mais do P"S" durante a parte final da Geringonça, quando os acordos já estavam esgotados e o P"S" começou a fazer teatro (ex: birra a ameaçar "crise" política se a lei das carreiras dos professores fosse cumprida, algo que passou quando o P"S" se juntou a toda a Direita para chumbar a proposta da Esquerda. Agora o resultado está à vista: professores quase todos em greve, e profissão sem qualquer atratividade, havendo crianças sem aulas durante meses a fio, por falta de quem queira ser explorado (salário baixo, rendas altas) nas zonas gentrificadas: Lisboa e Algarve).
ResponderEliminarA questão que lhe coloco é outra: perante um povo burro que dá a "maioria absoluta" (41% dos votantes) ao P"S", ou faz crescer os Pinochetistas, qual é a alternativa da Esquerda, para além de continuar a defender o que está certo e contentar-se com as poucochinhas vitórias negociais nos momentos em que o P"S" precisa desses votos para fazer maioria?
A minha solução chama-se MFA. Se há um regime não democrático, não-proporcional, vassalo de não-eleitos de Bruxelas e Washington, que não cumpre a Constituição, e com uma corja de vigaristas e corruptos que alternam entre si, então está mais que justificado uma revolução popular como a de Abril de 1974. Como nos militares só vejo gente satisfeita com o regime, decidi emigrar. Voltarei (ou não) quando Portugal voltar a ser um lugar decente. Até lá, a burraria toda que se entretenha ao lado da facharia. Para isso, não contam comigo.
No mesmo país em que uma mãe solteira em Lisboa, só com um filho, tem dificuldade em fazer todas as refeições até ao final do mês, e do outro lado da cidade há quem recebe indemnizações de meio milhão numa empresa injectada com milhares de milhões de fundos públicos (e nem vou falar dos resgates à banca, que são uma vergonha ainda maior, onde o dinheiro foi sugado pelos que assaltaram o banco e pelos grandes devedores, que se ficaram a rir de quem "salvou o banco"), isto não é um regime decente, nem livre, nem democrático. É outra coisa. Uma coisa que tem de cair. Cairia pacificamente nas urnas se o povinho não fosse burro. Mas como é burro que nem um calhau, terá de cair de pobre (morte lenta a caminho de um país falhado só com 6 milhões de pessoas em 2050), ou numa revolução. Tenho muita vida para viver, em vez de estar 30 anos à espera do que pode nunca chegar: um segundo 25-Abril.
O Salazar já voltou. Chama-se regime genocida ocidental. Agora em vez de ser imposto a partir de Lisboa contra o resto do país, é imposto a partir de Bruxelas-Washington contra o país inteiro. O pior é que em Portugal, em vez de existir resistência, há uma esmagadora maioria de burros que ainda por cima bate palmas... até enviam armas para Nazis e chamam "valores europeus" a uma etno-ditadura que pretende fazer limpeza étnica no Donbass. E quem defende a paz, e recusa apoiar Nazis, é trucidado de todos os lados pela "imprensa livre". Em Israel idem aspas. E na Sìria, ainda ocupada pela NATO, chegam ao ponto de apoiar a Al-Qaeda e de roubar petróleo e cereais à descarada, a ver se os populares apoiantes de Assad começam a passar fome. Em Portugal há gente a fazer contas ao fim do mês a ver se faz as refeições todas. São 4.5 milhões de pobres antes de apoios sociais, um número cada vez maior e a crescer a cada ano na ditadura do €uro. Queres melhores salários? Não pode ser, os bilionários de Davos não deixam. Isto é Salazarismo on steroids!
ResponderEliminarA questão é mais complexa do que isso. A TAP é uma empresa bem gerida e exemplar neste meio durante décadas.
ResponderEliminarDepois chegaram os NeoLIberais à administração Pública e começaram a gerir mal com o propósito de mais tarde privatizar (e receberem uns saquitos azuis jeitosos...).
É assim em todas as privatizações nos últimos 30 anos. E o processo já começou a ser feito também no SNS.
As contas da TAP, sem essa gestão NeoLiberal desastrosa, estariam no verde praticamente todos os anos.
Mas esta nem é a parte mais positiva da TAP para o país. A mais positiva é a do saldo externo. Cada bilhete vendido pela TAP a um Alemão, conta como exportação. E o país fica com mais superávit externo.
Se for privatizada à Lufthansa, será ao contrário: cada bilhete vendido pela "TAP" a um Português, será um importação, pois o dinheiro acabará na Alemanha. E o país fica com mais défice externo.
E esta é a contabilidade que mais interessa a qualquer país. Isso do défice público é algo que não faz diferença nenhuma perante as decisões do BCE, perante a especulação dos mercados, e perante os valores do saldo externo.
Quem não sabe disto nem percebe isto, é burro. Não há outra maneira de o dizer: 95% dos portugueses são burros.
E pior é aquela parte de burros que são burros com más intenções: os NeoLiberais. Que atacam a TAP e a queriam vendida à SuissAir (esta faliu e a TAP ficou), depois à Lufhtansa (igualmente injectada com milhares de milhões da Alemanha para não falir durante a pandemia). E querem privatizar porquê? Por corrupção (os que mamam sacos azuis no processo), e por EXTREMISMO ideológico (a "igreja" NeoLiberal é quase como o Estado Islâmico, tudo a rezar, a querer f*der os outros, e nem um pingo de racionalidade).
É a esta corja que você tem de exigir o "Tenha vergonha sff". Não é a quem defende a TAP e o país. Especificamente: eleitores independentes e bem informados como eu, ou pessoas ligadas ao BE e PCP. Tudo o resto é corja, é burro, e é mal intencionado. E eu perdi a paciência para os tratar com a educação que não merecem. Já só me sobra o modo bulldozer.