Não há volta a dar - nem os casos e casinhos largam este governo, nem o governo os quer largar. Desta vez é o próprio primeiro-ministro, o mais improvável do mais provável, a prová-lo.
O que é que terá levado António Costa, em trânsito para Chisinau, capital da Moldova, para uma Cimeira da Comunidade Política Europeia, num Falcon, da Força Aérea Portuguesa, a fazer escala em Budapeste para assistir a um jogo de futebol, ao lado Orban?
Funções de Estado, não foram, isso está fora do campo de hipóteses. Não é credível que tenha sido a sua paixão pelo futebol, e o abraço a Mourinho, que o Presidente Marcelo (desta vez tão compreensivo e benevolente ) dá como justificação, nunca o poderia ser.
Já hoje, como sempre depois do assunto ter migrado para mais um caso, António Costa veio dizer que simplesmente respondeu a um convite do Presidente da UEFA. Que, ou não fez a nenhum dos primeiros-ministros dos países das equipas envolvidas (Roma e Sevilha); ou, se o fez, ambos declinaram. Entre as duas, venha o diabo e escolha a menos abonatória.
E o que é que o terá levado a pensar que o poderia esconder, sem que ninguém o viesse a saber?
Aqui, a resposta é fácil: má consciência. Com razões de sobra!
Na verdade, António Costa vai acumulando ainda mais actos e omissões de má consciência do que mesmo casos e casinhos!
Má consciência e péssima companhia.
ResponderEliminarA viagem aconteceu a 31 de Maio!!! Não foi ontem, como andam aqui e na porcaria da comunicação social a dizer!!!!
ResponderEliminarSe houve tanta campanha eleitoral, como afirma Luís Montenegro, André Ventura e 800000 jornalistas, como é que só 18 dias depois, foi descoberta, por mero acaso, porque viram a actualização dos sítios onde os Falcon estiveram, no último mês e surge uma escala em Budapeste, no dia 31 de Maio, sendo necessário que milhares de jornalistas andassem à procura, a oferecer 70000 euros, por algum vídeo ou foto que comprovasse que o PM português lá tinha estado. Até da presidência Húngara, foram poucas imagens e só aparece de lado ou costas.
Curioso é que os mesmos indignados e que exigem 400000000000000 horas de conferências de imprensa, apoiavam Paulo Portas, nas 386 viagens, feitas em 4 anos de governo, nos mesmos aviões, incluindo idas a Angola 3 vezes na mesma semana, em "visitas oficiais", ou ao México, sem declaração de qual era a razão, agora protestam, pela paragem do avião, em caminho para um país próximo, onde só estava previsto existir agenda a partir das 10 da manhã do dia seguinte. Como foi cumprida, ninguém soube da presença do PM ali ao lado, a assistir à final e já exigem que o Mourinho aceite 500000 jornalistas, durante 300 horas, sem parar, a responder a perguntas, para comprovar que recebeu um abraço do Costa.
Assinem logo que querem pagar 5000 euros anuais, ao vosso banco, além de passarem a pagar 30000 euros para o PPR e seguro de saúde, ou ficam 300 horas à porta das 3 clínicas públicas, à espera de serem atendidos pelos 10 médicos do SNS, mesmo recebendo pulseira laranja.