
O mundo inteiro está a olhar para o fundo do mar, no Atlântico Norte, a acompanhar ao segundo as operações de busca pelo Titan, o submersível com cinco pessoas - que pagaram 227 mil euros cada para, através de uma única e pequena janela de 53 centímetros de diâmetro, espreitar de perto os destroços do Titanic - desaparecido desde o passado domingo.
Não se sabe o que aconteceu ao mini-submarino - ou cápsula submergível, ou lá o que seja. Sabe-se que, a manter-se intacto, o oxigénio que permitiria a sobrevivência dos ocupantes estará a esgotar-se aceleradamente. E que, a sobreviverem, a História registará mais uma fantástica operação de resgate, e mais uma épica história de sobrevivência. Como a dos 33 mineiros no Chile, em 2010, o da equipa de futebol na gruta de Tham Luang, na Tailândia, em 2018, ou o do "milagre" dos Andes, em 1972.
E sabe-se que, se se olhasse para o Mediterrâneo com uma ínfima percentagem dos meios que estão agora a ser utilizados no Atlântico Norte, seriam salvadas milhares de vidas. Enquanto este submergível se fazia ao mar para esta viagem fatídica, um navio de pesca com 750 migrantes naufragava ao largo da Grécia, sem que nada fosse feito para o evitar e salvar a grande maioria daquelas pessoas. Viraram-lhes as costas, para não ver.
As vidas ainda não contam todas o mesmo. Mas isso já se sabia!
E é mesmo...
ResponderEliminarImaginem o que fariam se tivessem 250 mil euros na conta bancária. Eu comprava uma casa. Já essa gente preferiu embarcar numa missão suicida. Bilionários são psicopatas.
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