À falta de outras políticas, o governo especializou-se na política selectiva de currículos. Pena é que o BPN não desapareça das nossas vidas tão facilmente como desaparece dos currículos!
Não deixa de ser curioso que o governo seja tão determinado em apagar o BPN da nossa memória colectiva como em pagar tudo o que dele reste. Apaga-o dos currículos, mas não das facturas que nos apresenta todos os dias!
Fora isso, ninguém percebe o que é que Rui Machete faz no governo. Menos ainda no Ministério dos Negócios Estrangeiros…
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