Também me vem isso à lembrança. E a meia-final do Mundial de 66. E a final de Wmbley, de 68. Mas Stiles só é lembrado por essas entradas brutais com que procurou aniquilar o King. Era o oposto, e não ficou na História. Boby Charlton é lembrado pelo que jogou, pelo que ganhou, e por ter sido sempre um cavalheiro, dentro e fora de campo.
É verdade. Totalmente de acordo. 1 – Talvez seja por causa dessas coisas irritantes, que escapam sempre ao desejo humano de perfeição e pureza, que não permitem a paz de uma verdade absoluta e uma certeza definitiva, que questiono «O QUE É O BENFICA, HOJE»? 2 – No mundo em mudança, assolado ideologicamente (desde o «Pós-Guerra 39-45») pelo “Relativismo Cultural”, em que «dizer uma coisa é não dizer o seu contrário» (e vice-versa). Por reação ao “Evolucionismo” (darwinista e sociobiológico) e ao “Estruturalismo” (linguístico, dos “universais da Cultura”) que dominaram até ao eclodir dessa «Grande Guerra». Perante esta mudança atual, COMO RE-NARRAR O «BENFICA DE COSME DAMIÃO»? 3 – Talvez assim: «SER DO BENFICA... O Benfica não é do norte, sul, este ou oeste. Não é de um bairro, cidade, região, País ou Continente. Não é propriedade de uma cor, facção, língua, etnia, género ou religião. O Benfica é do Mundo. É uma Etnicidade Universal. O Benfica é um BEM SAGRADO, uma BENÇÃO REDENTORA».
Não concordo inteiramente. Porque ao ver esta foto de Boby Charlton, vem-me sempre à lembrança as entradas do Stiles às pernas do Eusébio.
ResponderEliminarTambém me vem isso à lembrança. E a meia-final do Mundial de 66. E a final de Wmbley, de 68. Mas Stiles só é lembrado por essas entradas brutais com que procurou aniquilar o King. Era o oposto, e não ficou na História. Boby Charlton é lembrado pelo que jogou, pelo que ganhou, e por ter sido sempre um cavalheiro, dentro e fora de campo.
ResponderEliminarÉ verdade. Totalmente de acordo.
ResponderEliminar1 – Talvez seja por causa dessas coisas irritantes, que escapam sempre ao desejo humano de perfeição e pureza, que não permitem a paz de uma verdade absoluta e uma certeza definitiva, que questiono «O QUE É O BENFICA, HOJE»?
2 – No mundo em mudança, assolado ideologicamente (desde o «Pós-Guerra 39-45») pelo “Relativismo Cultural”, em que «dizer uma coisa é não dizer o seu contrário» (e vice-versa). Por reação ao “Evolucionismo” (darwinista e sociobiológico) e ao “Estruturalismo” (linguístico, dos “universais da Cultura”) que dominaram até ao eclodir dessa «Grande Guerra». Perante esta mudança atual, COMO RE-NARRAR O «BENFICA DE COSME DAMIÃO»?
3 – Talvez assim: «SER DO BENFICA... O Benfica não é do norte, sul, este ou oeste. Não é de um bairro, cidade, região, País ou Continente. Não é propriedade de uma cor, facção, língua, etnia, género ou religião. O Benfica é do Mundo. É uma Etnicidade Universal. O Benfica é um BEM SAGRADO, uma BENÇÃO REDENTORA».