Ayrton Senna da Silva faria hoje 54 anos, e morreu há vinte. Foi para muitos, entre os quais me incluo, o maior piloto de sempre da fórmula um. Sem ele, a disciplina máxima do desporto automóvel nunca mais foi o mesmo. Com ele, morreu a paixão da fórmula um, que não, evidentemente, o negócio. Esse permaneceu em mãos que o souberam e sabem fazer prosperar...
Foi sobre a sua morte que se ergueu o maior sucesso da história da fórmula um, o heptacampeão Michael Schumacher, agora também atingido pela tragédia, que nunca conseguiu mobilizar as ondas de paixão que o brasileiro suscitou. Com Senna, dificilmente Schumacher teria ganho tanto… E com Senna, por muito injusto que possa parecer, e por muito politicamente incorrecto que agora possa parecer, dificilmente largaria o papel de vilão que lhe parecia reservado…
Houve Schumacher, há Vettel... Mas como Ayrton Senna não há ninguém!
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