Com o BPN foi o que se sabe, por muito que queiram fazê-lo esquecido. Agora com o BES é o que vê: participação directa no embuste, proclamando a almofada financeira. E silêncio absoluto, depois do desastre que, como diz hoje Miguel Cadilhe em entrevista ao Diário Económico, deixou Portugal de luto.
Não há escândalo financeiro em que o Presidente da República não veja o seu nome envolvido. O grupo Espírito Santo, enquanto tal mas também individualmente, foi o grande financiador das suas campanhas...
Já nem à crítica do seu antigo ministro das finanças, e durante tanto tempo seu fiel escudeiro, escapa: "a elite portuguesa política, empresarial e institucional está toda posta em causa”. Como em causa estão "o regime e a estrutura da República, as instituições da República”. Sempre com a conivência de Cavaco Silva, permite concluir...

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