
... E ganhou Trump ...
Agora não é apenas POTUS. Para já é também juiz e júri de todos os seus processos judiciais. E administrador de todas as suas falências. Logo se verá o que mais irá ser. Com o Senado e a Câmara dos Representantes também no bolso, será certamente muitas mais coisas.
É assim, à americana: "primeiro estranha-se, depois entranha-se". Primeiro, a simples candidatura de uma personagem como Trump, parecia anedótico. Depois, a possibilidade de ganhar uma eleição, não passava de ficção. Depois ganhou. E perdeu, sem qualquer hipótese de se voltar a candidatar. Mas voltou. Entranhou-se e voltou a ganhar.
E andamos nós a querer perceber isto...
A opinião pública europeia sempre gostou de descascar nos americanos. A opinião pública europeia é assim a modos que as tias de Lisboa. Viscondices. A europa é uma lástima. Tanto se habituou a andar às costas dos states que até lhe ganhou o gosto. Como é? Estamos à rasca? Não faz mal, os americanos dão-nos uma mãozinha e resolvem. Foi sempre assim desde a 2ª guerra mundial. O tio Sam resolve.
ResponderEliminarConclusão: vamos ter de trabalhar mais, viver um bocadinho mais à nossa custa e escolher bons políticos para nos governarem.
E a questão da Ucrânia? Vai ter que ceder aqueles territórios a esse filho da pu#a russo e abdicar dessa ideia de pertencer à NATO.
Como último acto digno da UE é a obrigação de aceitarem a integração da Ucrânia na União Europeia, mais a Moldova e a Georgia.
Continuarei a estranhar, mas nunca me deixarei entranhar. Já disse algures, esta mentalidade, a de Trump, foi a que dizimou a nação india americana, construindo uma sociedade cuja lei assenta na ponta de uma Colt e num punhado de dólaes.
ResponderEliminarOs USA, mais tarde ou mais cedo infelizmente cairão, porque estão a criar uma situação totalmene incomportáver com a Verdade. A Lei baseada na ponta de uma Colt e de um punhado de dólares não tem futuro, bem como a dos seus amigos na China, Rússia e Coreia do Norte.
A Europa tem que pensar nela própria, e deixar de considerar os USA como tábua de salvação.
Mais um desequilibrado no poder! Depois de Putin, Milei, Bolsonaro, Maduro, etc
ResponderEliminarEste mundo está cada vez mais perigoso....
O povo americano é o povo mais burro do mundo. Dizer isto não é xenofobia mas um facto.
ResponderEliminarPerante isto tudo eu devia era comer pipocas enquanto vejo o império a autodestruir-se pela estupidez do seu povo. Mas depois lembro-me que as alterações climáticas não respeitam fronteiras e também temos que gramar com a burrice dessa gente.
mas perceber o quE ?
ResponderEliminarA democracia impera, para nao dizer triunfou.
A grande lição é: abram os olhos ou passaremos pelo mesmo!
ResponderEliminarPerdeu verdadeiramente?
ResponderEliminarA resposta foi dada sem apelo nem agravo.
Verdade!
ResponderEliminarPara maluco, maluco e meio!
Mete vaselina.... dizem que custa menos@
ResponderEliminarBolsonaro já foi, tem o passaporte apreendido e está impedido de se candidatar a eleições futuras. O Brasil deu uma lição aos EUA sobre como lidar com criminosos fascistas. Afinal qual é o país do "terceiro mundo" mesmo?
ResponderEliminarSe alguém ainda acha que aquilo é uma democracia... Os habitantes de Puerto Rico votaram nestas eleições?
ResponderEliminarContinuem a pensar - e a insultar - dizer que os outros é que são todos burros.
ResponderEliminarA malta (os burros) agradecem.
Talvez se tirassem a cabeça da manipulação mediática e usassem o que têm entre as orelhas...
Fui e sou 300% a favor da Comunidade Europeia. Resultados expressivos, beneficiou o nosso país. Uma comunidade de identidades e países fortes, prósperos, soberanos que se respeitavam e entreajudavam.
ResponderEliminarUnião Europeia ? Federalismo encapotado, perda de soberania, lobbies à solta, tirania não referendada ? O que nos deu ? E o que nos prepara ?
300% contra a União Europeia.
Quanto à Moldova e à Georgia, aparentemente os naturais - residentes - já perceberam isto e têem uma opinião diversa relativamente à entrada.
Meu caro Eduardo Louro, só quem andasse menos atento às questões internas nos USA é que poderia prever que o Trump perderia. Em questões de política interna, pese o facto de eu ter apreciado John Kennedy, a verdade é que sempre apreciei mais os republicanos. Conheço portugueses que estão nos USA desempenhando cargos de muito alto nível académico e de investigação. E mesmo tendo eles mais apreço pelos democratas, até pelo lado mais solidário destes para com a Europa, a verdade é que estes portugueses ilustres sentiam que a movimentação dos americanos era mais favorável a Trump. O tio Sam é americano. Há muito tempo que se emancipou desta Europa governada por uma cambada de vaidosos. Acabou a mama? Não, não acabou. Mas que vamos ter de trabalhar mais, ai isso vamos.
ResponderEliminarConfirma-se que para algumas cabecinhas pensadoras "a Democracia é o melhor sistema quando ganham os nossos"...
ResponderEliminarPorque é que figuras tão sapientes e com espaço público e mediático não dizem que em 2019 a economia norte-americana estava a crescer muito e os americanos estavam a viver melhor e Trump só não foi reeleito com facilidade por causa da pandemia e porque não soube gerir os efeitos da pandemia?
Porque é que figuras tão sapientes e com espaço público e mediático não dizem que Trump teve agora o voto popular porque os americanos não sentem na pele (nem no bolso) os efeitos daquela que é, efetivamente, a melhor e maior economia do mundo?
Porque é que figuras tão sapientes e com espaço público e mediático não dizem que o Partido Democrata levou o cartão vermelho porque se esqueceu da classe trabalhadora?
Os habitantes de Porto Rico podem resolver a questão pedindo a inspendência.
ResponderEliminarEra o que faltava eu deixar de dizer as verdades por causa de escumalha burra como tu. Já compraste o bilhete de ida para os EUA? Mas olha que para o Trump tu és escumalha que come cães e gatos.
ResponderEliminarJohn Kennedy faleceu em 1963. Que eu saiba os mortos ainda não podem candidatar-se a eleições. Se bem que já faltou menos, pois Trump já ultrapassou a esperança média de vida americana e sofre de obesidade. Não me surpreenderia nada que um dia o seu vice, que está radiante por ter protagonismo, acidentalmente disparasse uma arma de fogo e acertasse em Trump.
ResponderEliminarTu achas mesmo que o Trump, um bilionário de Nova Iorque que nasceu num berço de ouro, é o representante da classe trabalhadora? Burro!
ResponderEliminarMas se gostas do Trump emigra e vai ter com ele. Mas olha que para ele tu és escumalha que come cães e gatos.
Eu não gosto dos políticos americanos, quer democratas, quer republicanos. Tem uma máxima que é:" Interviremos em qualquer local do Mundo, sempre que os nossos interesses estiverem em perigo". Chamam a isso "defender a América". Foi assim, que expulsaram das suas terras os "indios". Foi assim, que provocaram um golpe de Estado na Argentina, matando um social-democrata, que acabara de ser eleito democraticamente. Foi
ResponderEliminarassim que invadiram e quase arrasaram países do sudeste asiático, sem resultado. Foi assim que destituíram e colocaram no poder o Xá da Pérsia, movimentos que tiveram como origem a criação do Irão. No Afeganistão, conseguiram apoiar os talibãs, contra a invasão russa daquele país. Só que, como nunca mais deixavam de ocupar o mesmo país, os talibans foram obrigados a expulsar os americanos e tomaram o poder. Foram os americanos quem invadiu Cuba, só porque não admitiam um regime, que lhe chamavam de comunista, apoiado pela Rússia. Os cidadãos cubanos não vivem na miséria, por causa do regime, mas pelo bloqueio económico, que os políticos americanos, democratas e republicanos, impuseram e que muitos países, cobardemente, aceitaram. Mas, nunca se importaram de ter relações económicas com a Rússia e com a China. Para estes países deslocaram-se as maiores empresas americanas. Foram os políticos americanos, quem invadiu o Iraque, com motivos injustificados. Se não tivessem matado Sadam, nunca o Estado Islâmico teria ocupado metade do Iraque e Síria. Tiveram que lá ir os Russos e, apesar do arraso que cometeram, foi a forma de os expulsar. Então e os cidadãos americanos? Acho-os fantásticos, com grandes "cabeças", têm que fazer pela vida, porque é uma sociedade muito competitiva. Este fato não lhes dá tempo para viaja, ao contrário dos europeus. Há ainda cidadãos muito pobres e infraestruturas muito deficientes. Por vezes, mesmo na elite, ao pronunciam-se sobre determinados temas, fora do seu país, parecem ser um pouco burros.
PS:- Em relação à primeira parte, os russos não são melhores.
Confirma-se a taxa elevada de iliteracia no nosso país.
ResponderEliminarTu, por exemplo, não soubeste ler o que eu escrevi (sem insultar ninguém).
Eu não escrevi em lado nenhum que sou partidário de Trump. Apenas apresentei razões para os norte-americanos terem votado em Trump.
Percebeste, ó asno (é primo do burro)?
A quê?
ResponderEliminarLOL fizeste um comentário a idolatrar o Trump e queixas-te de leres umas verdades. Emigra para lá.
ResponderEliminarOs EUA são dos poucos países do mundo onde a lei não garante dias de férias aos trabalhadores. Por isso é verdade quem como disse, não têm tempo para viajar e muitos só conhecem o próprio estado. E mesmo que viajem para outro estado, as diferenças não são assim muitas (quem for ao Google Street View vê que, salvo honrosas exceções, quase todas as cidades americanas são iguais e não têm nada que as distinga).
ResponderEliminarNas escolas não é obrigatória a aprendizagem de um segundo idioma, e como o inglês é uma língua universal, não há motivação para aprender outros idiomas. Normalmente apenas os filhos de imigrantes falam outras línguas (os mesmos que Trump quer deportar e acusa de "envenenarem o sangue").