terça-feira, 21 de outubro de 2025

Há 10 anos

Acredite...: sem olhar pra trás...


Depois de ter ganhado em Madrid, não fazia muito sentido perder em Istambul, com o Galatasaray. Depois do jogo de Istambul, percebe-se que não faz sentido nenhum tê-lo perdido.


Porque o Benfica começou o jogo a ganhar - em mais uma obra prima de Gatan, que continua a espalhar classe por esses estádios fora - e acabou-o em cima da baliza dos turcos, deixando clara a ideia que aquele era um jogo a ganhar. 


Mas perdeu-o. E perdeu porque, na primeira parte, durante perto de meia hora, permitiu que o adversário, embalado por um público fan(t)á(s)tico, fosse ganhando motivação. Porque permitiu um penalti, tão estúpido quanto bem assinalado, ainda a primeira parte não ia a meio. Que transportou a equipa turca para o patamar da crença a que nunca poderia ter chegado. Porque, lançado o jogo nesse tabuleiro, não foi capaz de o arrefecer para escapar ao erro, que deu no segundo golo que acabaria por fazer o resultado.


De pouco conta que a segunda parte tenha sido diferente. Que o Benfica tenha dominado as estatatísticas porque, em boa verdade, não criou mais nem melhores oportunidades que o adversário, mesmo subordinado. Foi tardia, a substituição do Gonçalo Guedes, em noite de menor rendimento. No  pouco tempo que esteve em campo o Victor Andrade mexeu com o jogo, travado apenas em sucessivas faltas perigosas, deixando a ideia que, entrando mais cedo, as coisas poderiam ter tomado outro caminho.


Há também um penalti por assinalar a favor do Benfica, mas isso faz parte das contingências do jogo que se não podem controlar. As outras sim, as outras contingências do jogo é que poderiam e deveriam ter sido controladas!


  

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