
BB, como ficou para o mundo, não precisou de ganhar qualquer prémio importante, daqueles que imortalizam actores e actrizes, para ficar para sempre como uma das estrelas maiores da História do cinema. Não precisou sequer de uma carreira longa, bastou-lhe ser crista da onda das décadas de 50 e 60 do século passado.
Afastou-se em 1974, com apenas 40 anos, e permaneceu o sex symbol que se revelara ao mundo em 1957, num filme que escandalizou até as sociedades mais evoluídas da época, objecto de censura em larga escala, que só poderia mesmo chamar-se "E Deus criou a mulher".
Lançou aí o biquíni, e não mais deu paz ao mundo conservador. Já em 1959 Simone de Beauvoir lhe chamava "uma locomotiva da história das mulheres".
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