
Passam hoje 4 anos sobre a invasão da Ucrânia que, discursando às massas ucranianas, convidando-as a receberem as tropas russas de braços abertos, e a saudarem a união, Putin dava por consumada num fim de semana.
A Ucrânia resistiu. O fim de semana, as semanas, os meses, os anos. A Rússia insistiu, e o passeio de fim de semana tornou-se num conflito já mais longo que o da II Guerra Mundial.
De um lado, na luta patriótica, a resistência tenaz de um povo. Do outro, a "carne para canhão" recrutada à força nas regiões mais longínquas do império, comprada a mercenários, ou servida por ditadores como Kim Jong-un. E todos os meses Putin precisa de mais 40 mil soldados para abastecer a linha da frente da guerra, numa espiral de perdas humanas de imprevisíveis consequências demográficas.
E assim vai em quatro anos, a guerra dos quatro dias ... de Putin.
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