A UGT tem sido utilizada pelos governos como a jarra de flores no centro da mesa da concertação social. Quando chegou a altura de reclamar um pouco mais de participação, de dizer que, assim, não, que quer um pouco mais que apenas decorar a mesa, toda a gente ficou surpreendida, e até alarmada. Ninguém contava com uma coisa dessas.
Quando, sem mudar o que quer que seja na sua proposta de alteração da legislação laboral, a ministra do trabalho lhe está a dar mais duas semanas - a imitar as estratégias de negociação de Trump -, o governo está apenas, de dedo espetado, a lembrar à UGT que o seu papel é mesmo - e só! - decorativo.
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