O mundial das Américas lá vai. Não digo que vai de vento em popa, mas lá vai.
Quatro grupos estão já em marcha, com oito jogos disputados. Vimos um jogo de expulsões na abertura absoluta do campeonato do mundo das Américas, onde o México, em casa, ganhou naturalmente por 2-0 à África do Sul. No outro jogo do grupo A a Coreia do Sul venceu a República Checa, por 2-1. Tudo normal!
Veio a segunda festa de abertura. No Canadá. E o primeiro jogo empolgante, com o Canadá a empatar com a Suíça, 1-1. Para que tudo ficasse empatado no grupo a Bósnia e Herzegovina fez o mesmo resultado com o Catar, na primeira grande surpresa do mundial.
A terceira festa de abertura aconteceu nos Estados Unidos, e aí vimos a primeira grande manifestação de superioridade de uma equipa. Aí vimos os Estados Unidos afirmativos, a deixar boas indicações para o futuro da competição, e a ser claramente dominador. Ganhou por 4-1 ao Paraguai. Para o mesmo grupo D mais uma decepção da Turquia, a perder por 2-0 com a Austrália.
O grupo C teve logo a abrir um grande jogo, o Brasil - Marrocos. Não iludiu as expectativas, especialmente pelo lado de Marrocos, com novo treinador, mas o mesmo futebol. Foi realmente um grande jogo de futebol que Marrocos fez. O Brasil tem talento aqui e ali, mas é verdade que lhe falta globalmente. E nem Ancelloti lhe consegue dar a organização que lhe falta. Acabou empatado 1-1, mas Marrocos foi muito superior. Por fim a Escócia, que lidera o grupo, fruto da vitória (1-0) sobre o Haiti. Uma vitória que não entusiasmou, pelo contrário. O Haiti, uma das mais débeis selecções presentes, acabou o jogo a "sufocar" os escoceses.
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