domingo, 12 de julho de 2026

Mundial das Américas - XIV

 



Aí estão os quatro magníficos. Estão encontrados os quatro semi-finalistas do campeonato do mundo!

Do lado mau do escalonamento do sorteio surgem a França e a Espanha, numa final antecipada. Se os finalistas fossem encontrados por outro critério qualquer, que privilegiasse as melhoras equipas, seriam estes os finalistas.

São claramente os melhores: a França tem os melhores jogadores, e os mais disruptivos; mas a Espanha tem a classe e a mecanização.

A Espanha chega às meias finais depois de eliminar a Bélgica. Por 2-1, com o segundo golo a surgir já no mesmo no final, de novo por Merino, acabado de entrar no jogo. A França depois de eliminar Marrocos, por 2-0, mas com o segundo golo a surgir com o adversário descompensado à procura do empate, seguramente o adversário que mais dificuldades seria capaz de lhe colocar.

O outro lado do alinhamento do sorteio acabou por ditar um misto ente o politicamente correcto, o conveniente, a História, e a capacidade das equipas. Ambos os jogos acabaram em prolongamento.

A Inglaterra eliminou a Noruega, por 2-1. No jogo de Jude Bellingham, mas que podia ter sido de Schjeldrup - que golo fabuloso -, e que, antes de chegar ao prolongamento, poderia ter caído para qualquer dos lados. Não teria sido escândalo nenhum se fosse ao contrário.

A Argentina já tinha chegado aos quartos de final com bastante polémica, pela forma como eliminou o Egipto, em particular pela anulação do que seria o terceiro golo egípcio, quando a Argentina, a um quarto de hora do fim, se encontrava a perder por 2-0. Não foi tão polémica a arbitragem de João Pinheiro, mas foi infeliz. Expulsou o suíço Embolo - tinha mostrado o cartão amarelo a Paredes, por falta sobe o suíço, quando foi alertado pelo VAR que tinha sido simulação, e teve de lhe mostrar o amarelo, que era o segundo - aos 70 minutos, e mudou o jogo. 

Ganhou por 3-1 à Suíça. Marcou o  segundo - um grande golo de Alvarez, fabuloso, como o de Schjeldrup - na segunda parte do prolongamento. O terceiro, já no tempo extra, decorre exclusivamente da procura, com menos um, do golo do empate. Com a Suíça totalmente descompensada na frente.

Mas a verdadeira final será o França - Espanha!

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